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Museu do Futebol Museu do Futebol(0)

Mais do que sobre esporte, o Museu do Futebol é, antes de tudo, um museu sobre a história do povo brasileiro. Um museu cercado pelos mistérios da euforia que todos temos pela bola, pelo drible, pelo chute e pelo gol. Um mistério que opera sobre eruditos e simples, que unifica e separa como as grandes paixões coletivas, onde as alegrias são sempre maiores que as tristezas.

Entre no feitiço de como um esporte inglês, branco e de elite, aos poucos ganhou novos traços: tornou-se brasileiro, popular, mestiço e uma das mais reconhecidas manifestações culturais do nosso país.

Visitar o Museu do Futebol é percorrer o Brasil do século XX e perceber como nossos usos, costumes e comportamentos são inseparáveis da trajetória desse esporte. O futebol tem o encanto de abrir nossos olhos para valiosas questões da história.

Toda essa cápsula do tempo está instalada num dos mais bonitos estádios brasileiros, o Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – mais conhecido como Estádio do Pacaembu -, localizado em frente à Praça Charles Miller, em São Paulo. A iniciativa é do Governo do Estado e da Prefeitura de São Paulo – por meio da Secretaria Municipal de Esportes e da São Paulo Turismo – com concepção e realização da Fundação Roberto Marinho. O Museu do Futebol integra a rede estadual de museus de São Paulo.

Com visitas de terça a domingo, das 9h às 17h, o acervo multimídia preserva os principais e mais importantes momentos do futebol.

O museu não tem ligação com nenhum time específico e quem vai ao museu pode conhecer diversas salas em homenagem tanto aos grandes nomes do futebol quanto aos grandes momentos. Ainda é possível ouvir algumas narrações, conhecer a origem, entre outros assuntos relacionados ao futebol.

Telefone: 11 3664 3848

www.museudofutebol.org.br

Vila Madalena Vila Madalena(0)

A Vila Madalena nasceu Vila dos Farrapos. Era uma parte de Pinheiros, uma extensa região que se espraiava, nos inícios da ocupação de São Paulo, desde a várzea do Rio Pinheiros até o espigão da Paulista. No século XVI, a Vila dos Farrapos era habitada por indígenas que haviam abandonado a parte central da cidade depois da instalação dos jesuítas e do colégio, em 1554. Na região de Pinheiros formara-se, então, um aldeamento, onde os missionários jesuítas ministravam a catequese, faziam batizados e missas e ensinavam os hábitos do trabalho aos índios. Na aldeia foi erigida uma capela, cuja padroeira era Nossa Senhora da Conceição.

Os morros e planaltos de Pinheiros eram cortados pelo Córrego do Rio Verde, que nascia perto da rua Oscar Freire e desaguava no Rio Pinheiros. As localidades do lado oeste do córrego, onde hoje está a Vila Madalena, chamavam-se, já no início de nosso século, Sítio do Rio Verde. Alguns antigos moradores da Vila Madalena contam que o proprietário das terras era um português. Ele tinha três filhas: Ida, Beatriz e Madalena, que deram origem aos nomes dos atuais bairros da Vila Beatriz, Vila Ida e Vila Madalena. Entretanto, a história faz parte da memória oral dos habitantes da Vila.

Na primeira década de nosso século, a cidade de São Paulo ia se ampliando para além do antigo triângulo histórico, e diversos de seus protagonistas, que moravam longe do centro, já necessitavam de transporte. Em 1910, a Light, uma das principais empresas urbanizadoras de São Paulo, assim como a City, anunciou a construção de uma linha e de uma estação de bondes na região da Vila Madalena.

Nessa época, as ruas eram de terra, sem iluminação, com acesso precário, de suas ladeiras íngremes e pequenos córregos. Sem dúvida, a chegada do bonde traria melhoramentos urbanos para a Vila Madalena. Foram chegando e fixando-se na região, então, diversos motorneiros, padeiros, açougueiros, sapateiros, pedreiros do cemitério, servidores públicos, quase todos de origem portuguesa. Nesse momento, o Sítio do Rio Verde foi loteado e começou a ocupação de uma nova sorte de gente na Vila Madalena.

Hoje, a Vila Madalena reúne moradores tradicionais, que ainda possuem casas simples com grandes terrenos (com criação de patos, galinhas etc.) e vários artistas e intelectuais. Durante os anos 70, muitos estudantes alugavam essas casas grandes e faziam uma espécie de república. A partir dos anos 80, começaram a surgir bares e uma série de negócios incrementados (galerias de arte, ateliês e lojas de grife).

Reduto dos boêmios de plantão, pelas ruas da Vila Madalena acontece muitos eventos e funcionam os bares para todos os gostos: há botecos desde clássicos até os mais agitados. Quem não dispensa música ao vivo e quer mais agitação “baladeira” também tem várias opções.

Outro ponto interessante do bairro é o Beco do Batman, uma galeria a céu aberto, localizado na Rua Gonçalo Afonso. As paredes da via são totalmente cobertas por grafites de artistas nacionais e estrangeiros. O bairro também é um ótimo lugar para fazer compras.

www.vilamadalena.com

 

Instituto Butantan Instituto Butantan(0)

Instituto Butantan
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Instituto Butantan é um centro de pesquisa biomédica localizado no bairro do Butantã, na cidade de São Paulo. É uma instituição pública estadual, subordinada à Secretaria de Saúde do governo paulista.

Fundado em 23 de janeiro de 1901, é responsável pela produção de mais de 80% do total de soros e vacinas consumidos no Brasil. É também um importante ponto turístico, contando com um parque e três museus (Biológico, Histórico e Microbiológico), além do Hospital Vital Brazil, uma biblioteca, um serpentário, unidades de produção de vacinas e biofármacos.

Instituto Butantan surgiu em 18981 . Foi fundado na área da antiga Fazenda Butantan com o objetivo de produzir soro para a peste, o grande problema do Brasil na época. O nome Butantan, segundo etimologistas, é originário do tupi e quer dizer “terra dura dura”, formando o superlativo a partir da duplicação do adjetivo. A comunidade dos funcionários mantém a tradição do nome, grafando-o com o “n” final, mesmo destoando do bairro, originado no entorno do instituto, que, seguindo decreto do governo municipal de São Paulo, é grafado com til (Butantã).

A história do Instituto Butantan confunde-se com a história da modernização do Estado de São Paulo. Seu surgimento deveu-se a uma epidemia de peste bubônica no Porto de Santos1 . Temerário que a doença atingisse a capital do Estado, o governo convocou o Instituto Bacteriológico para tentar resolver o problema.

A fazenda Butantan foi desapropriada pelo Presidente de São Paulo Coronel Fernando Prestes de Albuquerque que iniciou as obras do Instituto.
Seu diretor, Adolfo Lutz, mandou para essa cidade o assistente Vital Brazil Mineiro de Campanha (sic), ou, simplesmente, Vital Brazil (com ‘z’, na grafia da época). Em pouco tempo ele diagnosticou a doença e, em conjunto com o médico Osvaldo Cruz, criou um plano para controlá-la. De volta à capital, Vital Brazil foi encarregado de um serviço contra a peste no Instituto Bacteriológico. No ano seguinte esse serviço transformou-se em instituição autônoma, então denominada “Instituto Serumtherapico do Estado de São Paulo”, que, posteriormente, transformou-se no atual Instituto Butantan, que ajudou a debelar a peste.

Serpentário do Instituto Butantan
Entretanto, devido principalmente à expansão da cafeicultura, os trabalhadores rurais (na maior parte imigrantes) viam-se frequentemente submetidos a acidentes ofídicos. As serpentes venenosas transformavam-se em um grande problema que, juntamente com a peste bubônica, atentava contra o desenvolvimento paulista.

Vital Brazil, a par de toda essa problemática, concomitantemente aos estudos sobre a peste, iniciou as suas pesquisas sobre o ofidismo, tema então pouquíssimo conhecido. O extenso trabalho que desenvolveu pesquisando esse assunto fez com que o Butantan rapidamente se especializasse no conhecimento herpetológico, bem como na produção de soros anti-ofídicos, tornando-se uma entidade ímpar em todo o mundo. Vital Brazil, inclusive, tem a primazia na demonstração da especificidade dos soros antiofídicos. Um soro específico para uma serpente venenosa europeia, por exemplo uma víbora (Vipera), é ineficiente para uma jararaca (Bothrops) sul-americana. Em viagens que fez, principalmente para os Estados Unidos, demonstrando a eficácia do soro antiofídico, a fama de Vital Brazil correu mundo. Durante vários anos, entretanto, o Instituto Butantan funcionou em toscas dependências, contando com um corpo de funcionários bastante exíguo. Mesmo assim, de seus laboratórios brotaram importantes pesquisas no campo da herpetologia, microbiologia e imunologia, reconhecidas internacionalmente. A partir de 1914, com a construção da nova sede e a paulatina ampliação de seu orçamento, o Butantan começou a se consolidar como a mais importante instituição de pesquisa biomédica do Estado de São Paulo, e uma das maiores do Brasil.

Recentemente, o instituto tem sido auxiliar no combate à gripe H1N1, pois é o órgão publico responsável pela produção da vacina a partir de amostras fornecidas pelo laboratório francês Sanofi Pasteur.

Irregularidades

Em setembro de 2009, o Instituto Butantan foi alvo de investigação pelo Ministério Público do Estado de São Paulo, após denúncias do Conselho de Controle de Atividades Financeiras indicarem que funcionários do instituto teriam desviado, desde 2007, ao menos 30 milhões de reais de verbas repassadas pelo Ministério da Saúde para a produção de soros e vacinas. Segundo a promotoria, havia indícios de que os responsáveis pela fundação teriam se beneficiado do esquema.

Mais tarde, constatou-se que o dinheiro teria sido desviado ao longo de cinco anos por funcionários do segundo escalão da fundação. O resultado da investigação foi a demissão de sete pessoas.3 O presidente da Fundação Butantan, Isaías Raw, se afastou do cargo e foi substituído interinamente por Erney Plessman de Camargo.4 Segundo apuração da Promotoria, Raw desconhecia o desvio nem se beneficiou dele.

Incêndio

Em 15 de maio de 2010, um incêndio atingiu o Prédio das Coleções5 desde às 7h30 e foi controlado por volta das 19h30.6
Havia indícios de que o incêndio teria destruído mais de 70 mil espécimes de serpentes, além de mais de 450 mil espécimes de artrópodes, entre escorpiões, opiliões, miriápodes e aranhas que estavam conservadas em solução de álcool 70% ou a seco. A coleção, referência para descrição de espécies e utilizada para pesquisas científicas, era a maior do Brasil7 e a maior coleção do mundo desses animais para uma região tropical1 . O material coletado em mais de 100 anos foi perdido,8 9 mas, após a perícia e análise dos cientistas, acredita-se que 5% do acervo poderá ser recuperada.

Quando ocorreu o incêndio, outras fontes apontaram cerca 85 mil espécimes de serpentes destruídas e o equivalente a 500 mil espécimes, sendo 450 mil de aracnídeos, das quais cerca de milhares ainda não tinham sido descritas pelos cientistas.1 Somente em relação a 77 mil cobras, a maior coleção do mundo9 ,7 mil ainda aguardavam catalogação.

Não havia animais vivos no prédio mais atingido pelo incêndio.
O especialista em répteis e anfíbios da Universidade de São Paulo (USP), Miguel Trefaut Rodrigues, relatou que o incêndio foi um desastre de proporções incalculáveis e cujos danos indicam a perda de um patrimônio insubstituível da história biológica brasileira.

Alguns exemplares representavam a primeira identificação feita na natureza9 e viabilizavam o estudo de filogenia.

O prédio mais atingido, construído na última de década de 70 e reformado há 10 anos, não tinha um sistema de proteção contra incêndios. Um projeto de R$ 700 mil havia sido enviado à Fapesp pelo curador Francisco Luis Franco para a instalação de um sistema anti-incêndio no prédio destruído pelas chamas.9
No entanto, a Fapesp defende que teria destinado quase R$ 1 milhão, entre 2007 e 2008, para o Butantan reforçar sua infraestrutura, mas que nenhuma parte desses recursos teria sido utilizada para prevenção de incêndios.10
O diretor-geral do Instituto Butantan desde 2003, Otávio Mercadante, disse ao jornal Folha de S.Paulo que não faltou dinheiro e que o prédio atingido era seguro, pois recebia manutenção periódica.

Horto Florestal Horto Florestal(0)

Horto Florestal de São Paulo
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Nota: Se procura sobre o bairro do Horto Florestal, veja Horto Florestal (bairro de São Paulo).
23° 27′ S 046° 38′ W
O Parque Estadual Alberto Löfgren, conhecido como Horto Florestal, é um parque localizado na zona norte da cidade de São Paulo, a cerca de onze quilômetros do centro do município.

Foi criado pelo Decreto 335 de 10 de fevereiro de 1896 por iniciativa do botânico sueco da Comissão Geográfica e Geológica do Estado, Albert Löfgren. Por este motivo o Parque Estadual da Cidade passou posteriormente a ter seu nome.

Ocupa uma área de 174 hectares no pé da Serra da Cantareira e fica ao lado do Parque Estadual da Cantareira, no distrito do Mandaqui. Seu acesso pode ser feito a partir do distrito vizinho do Tremembé (ao fim da Rua do Horto). Seu perímetro é de 47.875 metros.

Abriga o Instituto Florestal, órgão estadual que coordena as Unidades de Conservação do estado de São Paulo. Lá se encontra a casa de verão do governador do estado, residência pública que abriga o governador vigente. Pode-se visitar também o Museu Florestal Otávio Vecchi, que possui o maior acervo de madeiras da América Latina. Ao lado do museu fica o marco do Trópico de Capricórnio que corta o parque.Seus ecossistemas são o horto botânico e o arboreto. Possui dois lagos com ilhas formadas por raízes de árvores, um campo de futebol que já abrigou o Esporte Clube Silvicultura, possui playground, área para pic-nic, trilhas, fontes de água mineral, pista de jogging; além disso são encontrados muitos animais, como tartatugas, garças, macacos-prego, capivaras, patos, gansos, pássaros silvestres entre outros.

Está correndo sério risco de degradação ambiental, juntamente com o Parque da Serra da Cantareira, com a construção da famosa e controvertida obra viária, conhecida por Trecho Norte do Rodoanel. Especula-se que a obra pode comprometer o Sistema Cantareira, afetando o abastecimento de água da cidade de São Paulo.
Ademais, trata-se de região de preservação ambiental internacionalmente reconhecida pela UNESCO, conhecida como Cinturão Verde de São Paulo.

Bairro da Liberdade Bairro da Liberdade(0)

A Liberdade é um reduto da cultura japonesa em São Paulo desde 1912. Possui decoração temática nas ruas com as tradicionais lanternas japonesas, além da arquitetura marcante da cultura que pode ser vista em diversos pontos do bairro. Muitos dos letreiros são em japonês e boa parte dos residentes no bairro fala a língua materna.

O bairro possui ainda uma grande quantidade de produtos e comidas típicas, além de uma feirinha de artesanato que ocorre aos domingos na saída do metrô Liberdade. Na Rua São Joaquim, também fica localizado o Templo Busshinji, que pode ser visitado com agendamento.

Pinacoteca do Estado Pinacoteca do Estado(0)

A Pinacoteca do Estado é um museu de artes visuais, com ênfase na produção brasileira do século XIX até a contemporaneidade, pertencente à Secretaria de Estado da Cultura.

Fundada em 1905 pelo Governo do Estado de São Paulo, é o museu de arte mais antigo da cidade. Está instalada no antigo edifício do Liceu de Artes e Ofícios, projetado no final do século XIX pelo escritório do arquiteto Ramos de Azevedo, que sofreu uma ampla reforma com projeto do arquiteto Paulo Mendes da Rocha, no final da década de 1990.

O acervo original da Pinacoteca foi formado com a transferência, do então Museu do Estado, hoje Museu Paulista da Universidade de São Paulo, de 26 obras de importantes artistas que atuaram na cidade como Almeida Júnior, Pedro Alexandrino, Antonio Parreiras e Oscar Pereira da Silva. Atravessou seu primeiro século de atividades acumulando realizações e formou um significativo acervo, hoje com cerca de nove mil obras. Passou por uma marcante transformação assumindo-se, gradativamente, como um museu de arte contemporânea, comprometido com a produção de seu tempo, com destacada presença no cenário artístico do País.

A Pinacoteca realiza cerca de 30 exposições e recebe aproximadamente 500 mil visitantes a cada ano. O primeiro andar recebe as exposições temporárias e o segundo é dedicado a mostra de longa duração de nosso acervo. A área central abriga o Projeto Octógono Arte Contemporânea, e no térreo estão as áreas técnicas, o auditório e a cafeteria. Desde 2006 é administrada pela APAC – Associação Pinacoteca Arte e Cultura.

O foco principal de todo trabalho desenvolvido pela Pinacoteca do Estado de São Paulo é aprimorar a qualidade da experiência do público com as artes visuais por meio do estudo, salvaguarda e comunicação de seus acervos, edifícios e memórias; da consolidação e ampliação desses acervos; e do estímulo à produção artística.

Praça da Luz 2 – Centro – São Paulo – SP
Telefone: 11 3324 1000

www.pinacoteca.org.br

Museu da Língua Portuguesa Museu da Língua Portuguesa(0)

Inaugurado oficialmente no dia 20 de março, o Museu da Língua Portuguesa abriu suas portas ao público no dia 21 de março de 2006. Em seus três primeiro anos de funcionamento mais de 1.600.000 pessoas já visitaram o espaço, consolidando-o como um dos museus mais visitados do Brasil e da América do Sul.

O Museu contou com uma equipe de criação e pesquisa composta por mais de trinta profissionais qualificados, dentre eles sociólogos, museólogos, especialistas em língua portuguesa e artistas que trabalharam sob a orientação da Fundação Roberto Marinho, instituição conveniada ao Governo do Estado de São Paulo responsável pela concepção e implantação do museu.

Seu projeto foi avaliado em aproximadamente R$37.000.000,00 (trinta e sete milhões de reais) que foram usados para financiar a criação, pesquisa, implantação do museu e restauro do Prédio da Estação da Luz. O projeto arquitetônico é de autoria de Pedro Mendes da Rocha e Paulo Mendes da Rocha.

O Museu da Língua Portuguesa, dedicado à valorização e difusão do nosso idioma (patrimônio imaterial), apresenta uma forma expositiva diferenciada das demais instituições museológicas do país e do mundo, usando tecnologia de ponta e recursos interativos para a apresentação de seus conteúdos.

Muito mais que aplicar as técnologias ao espaço ex´positivo por puro deleite de modernidade, o Museu da Língua Portuguesa adota tal museografia a partir de um dado muito simples: seu acervo, nosso idioma, é um pratrimônio imaterial, logo não pode ser guardado em uma redoma de vidro e, assim, exposto ao público.

A prservação do patrimônio imaterial, é um tema extremamente importante e complexo, e qeu, só recentemente, começou a ser discutido no mundo. Hoje, o Brasil já dispõe de legislalação específica, que permite o registro de tal patrimônio, reconhecidamente importante para manutenção e valorização da nossa identidade cultural.

Praça da Luz, s/nº – Centro – São Paulo – SP
Telefone: 11 3322 0080

www.museulinguaportuguesa.org.br

Museu do Ipiranga Museu do Ipiranga(0)

O Museu do Ipiranga é uma instituição científica, cultural e educacional com atuação no campo da História e cujas atividades têm, como referência permanente, um acervo. O conjunto articulado dessas atividades é a curadoria. Envolve a formação e ampliação de coleções (por intermédio de doações, aquisições ou coleta de campo), sua conservação física, seu estudo e documentação bem como a comunicação, seja do acervo, seja do conhecimento que ele permite gerar, através de exposições, cursos, programas educativos e publicações.

Como órgão da Universidade de São Paulo, a ela integrado desde 1963, exerce pesquisa, ensino e extensão. O Plano Diretor de 1990 definiu como área de especialidade institucional a História da Cultura Material. Neste campo, instituiu três linhas de pesquisa: Cotidiano e Sociedade; Universo do Trabalho; História do Imaginário, em função das quais têm sido ampliados e reorientados os acervos e as exposições do Museu.

Este museu é um monumento em homenagem à Independência do Brasil, às margens do rio Ipiranga. Possui um estilo arquitetônico eclético e está rodeado por um lindo jardim. O acervo possui mais de 125 mil peças que pertenceram a grandes figuras da história brasileira.

Além disso, as instalações do museu abrigam uma biblioteca com cem mil volumes, um Centro de Documentação Histórica com 40 mil manuscritos e laboratórios de conservação e restauração de peças e documentos. O espaço também promove outros eventos. Funciona de terça-feira a domingo, das 9h às 17h.

Pq. da Independência – Ipiranga – São Paulo – SP
Telefone: 11 2065 8000

www.mp.usp.br

Theatro Municipal de São Paulo Theatro Municipal de São Paulo(0)

O Theatro Municipal de São Paulo nasceu embalando os sonhos de uma cidade que crescia com a indústria e o café e que nada queria dever aos grandes centros culturais do mundo no início do Século XX. Como em 1898 a cidade perdera para um incêndio o Teatro São José, palco das suas principais manifestações artísticas, tornava-se imperativo construir um espaço à altura das grandes companhias estrangeiras.

O arquiteto Ramos de Azevedo e os italianos Cláudio Rossi e Domiziano Rossi iniciaram a construção em 1903 e, em 12 de Setembro de 1911, o Theatro Municipal foi aberto ante de uma multidão de 20 mil pessoas, que se acotovelava às suas portas. São Paulo se integrava, então, ao roteiro internacional dos grandes espetáculos.

Pelo palco do Theatro Municipal passaram nomes como Maria Callas, Enrico Caruso, Arturo Toscanini, Claudio Arau, Arthur Rubinstein, Ana Pawlova, Nijinsky, Isadora Duncan, Nureyev, Margot Fonteyn, Baryshnikov, Duke Ellington, Ella Fitzgerald.
Tantos nomes, tantos espetáculos e ainda o cenário do movimento que promoveu uma grande transformação cultural no Brasil: a “Semana de Arte Moderna de 22″.

A construção do Theatro Municipal foi considerada arrojada para a época: recebeu influência da Ópera de Paris e sua arquitetura exterior tem traços renascentistas barrocos do século XVII. Em seu interior, muitas obras de arte: bustos, bronzes, medalhões, paredes decoradas, cristais, colunas neoclássicas, vitrais, mosaicos e mármores garantem um banquete para os olhos do espectador mais atento.

Duas grandes obras marcaram as mudanças e renovações no Theatro: a primeira, em 1954, criou novos pavimentos para ampliar os camarins, reduziu os camarotes e instalou o órgão G. Tamburini; a segunda, de 1986 a 1991, restaurou o prédio e implementou estruturas e equipamentos mais modernos.

Para celebrar o Centenário, em 12 de Setembro de 2011, o Theatro Municipal de São Paulo sofreu a terceira obra, esta bem mais complexa que as demais, por restaurar todo o edifício e modernizar o palco.

Para tal, as fachadas e a ala nobre foram restauradas, 14.262 vidros que compõem os conjuntos de vitrais recuperados, as pinturas decorativas resgatadas com base em fotos antigas e o palco foi equipado com os mais modernos mecanismos cênicos.

O Theatro Municipal de São Paulo passou de departamento da Secretaria Municipal de Cultura à Fundação pública de Direito público em 27 de maio de 2011, o que confere maior agilidade e autonomia à gestão.
O corpo artístico do Theatro Municipal de São Paulo é composto pela Orquestra Sinfônica Municipal, Orquestra Experimental de Repertório, Balé da Cidade de São Paulo, Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, Coral Lírico, Coral Paulistano e as Escolas de Dança e de Música de São Paulo.

Projeto de Lei: Fundação do Theatro Municipal de São Paulo
NO ANO DE SEU CENTENÁRIO, THEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO TEM FUNDAÇÃO DE DIREITO PÚBLICO APROVADA NA CÂMARA DE SÃO PAULO E MODERNIZA SUA GESTÃO

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou em 05 de maio o Projeto de Lei que autoriza o Poder Executivo a instituir a Fundação Theatro Municipal de São Paulo. O principal objetivo desta modificação é dar autonomia administrativa, financeira, patrimonial, artística e didática ao Theatro Municipal, que celebra seu centenário neste ano.

O próximo passo é a sanção do Prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. Depois disso, estima-se que em até um ano a Fundação Theatro Municipal esteja plenamente implantada.

O formato de Fundação de Direito Público é diferente do que é aplicado em outras Fundações que foram implantadas no Brasil, como as que administram a OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) ou a Pinacoteca do Estado de São Paulo. Também o termo “privatização” não é apropriado.

O formato escolhido é o de Fundação de Direito Público, ou seja, o Theatro Municipal de São Paulo continuará vinculado à Secretaria Municipal de Cultura, mas terá autonomia em campos essenciais como o artístico e o financeiro. Neste modelo, será contratada uma Organização Social para gerir as atividades do Theatro. Trata-se de um projeto inédito, que demandou engenharia administrativa para superar uma estrutura defasada e, ao mesmo tempo, garantir que as pessoas que trabalharam no Municipal ao longo dos últimos 30 anos não fossem prejudicadas.

Os atuais funcionários do Theatro Municipal poderão ser afastados da Prefeitura para a Fundação Theatro Municipal ou optar por permanecer na Prefeitura de São Paulo. O quadro funcional vigente apresenta diversas distorções, sobretudo com relação ao valor dos salários. Os profissionais do setor artístico em atividade e também os aposentados e pensionistas poderão optar por receber os salários de acordo com a nova escala aprovada. Quem não realizar essa opção seguirá recebendo o salário de acordo com a escala vigente.

Aos que optarem por receber o salário pela Fundação e que a escolha resultar em remuneração inferior à atual, ficará assegurado o pagamento da diferença como Vantagem de Ordem Pessoal (VOP), a qual se agregará permanentemente a diferença, inclusive para aposentadoria, 13º salário e férias.

“Com a aprovação da Fundação Theatro Municipal de São Paulo, no ano do seu centenário, abre-se uma nova era para a realização de suas potencialidades artísticas com a perspectiva de estabilidade institucional. A Fundação reconhece a história do Municipal e corrige distorções que se acumularam nos últimos 30 anos”, diz o Secretário Municipal de Cultura, Carlos Augusto Calil.

São inúmeras as vantagens para os funcionários e também para os frequentadores, que encontrarão no Theatro Municipal de São Paulo uma estrutura mais moderna à disposição. A produção dos espetáculos ganhará mais agilidade, pois a compra de materiais, figurinos, cenários etc., por exemplo, não estará mais submetida à burocracia governamental.

Os recursos que irão compor a receita da Fundação serão oriundos do orçamento da Prefeitura de São Paulo, da vendas de produtos e serviços educativos e culturais, cobrança de ingressos, convênios, doações, patrocínio, entre outras fontes.

No campo administrativo o Theatro terá, em sua estrutura organizacional, quatro diretorias: geral, responsável pela direção e administração da fundação; artística, responsável pela programação artística; a diretoria de formação, órgão que cuidará das Escolas de Música e de Dança, Orquestra Experimental de Repertório, Museu do Theatro Municipal, Balé e Orquestra Sinfônica Jovem e Discoteca Oneyda Alvarenga. A diretoria de gestão terá assessorias e supervisões administrativas.

Igualmente, quatro Conselhos irão integrar a Fundação de forma a promover uma governança corporativa. O Conselho Deliberativo, composto por 11 membros, será presidido pelo Secretário Municipal de Cultura e contará com um representante da administração direta a ser designado pelo Prefeito. Haverá ainda representantes da comunidade artística e cultural, da sociedade civil, dos servidores, dos corpos artísticos, do Conselho de Patrocinadores e do Conselho de Orientação Artística.

O Conselho de Orientação Artística, cujo presidente será o diretor artístico, será responsável por traçar as diretrizes da atuação da Fundação, aprovar contratos e convênios, cessão de corpos artísticos, mudanças no quadro de funcionários, entre outras ações. Será um elemento-chave de integração entre os corpos artísticos do Theatro Municipal. Cada diretor ficará responsável por propor a programação do seu respectivo corpo artístico e ações de integração com as Escolas de Dança e de Música.

O Conselho Fiscal ficará responsável por emitir balancetes e fiscalizar a execução orçamentária da Fundação Theatro Municipal, além de fiscalizar a prestação de contas dos convênios e das organizações sociais vinculadas.

O Conselho de Patrocinadores, em número ilimitado de membros da sociedade civil, acolherá apenas benfeitores que contribuam regularmente com doações em espécie, bens ou serviços ao Theatro Municipal de São Paulo.

Praça Ramos de Azevedo, s/nº – Centro – SP
Telefone: 11 3397 0300

www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/theatromunicipal/

Parque do Ibirapuera Parque do Ibirapuera(0)

Um dos parques mais visitados da cidade possui diversas opções de lazer. O Parque abriga áreas para atividades físicas, ciclovias, 13 quadras e playgrounds, lagos, espaço para piqueniques, local para locação de bicicletas, entre outros.

Possui também diversos centros culturais importantes: o Museu de Arte Moderna (MAM), fundado em 1948, é um espaço com cerca de quatro mil obras da arte contemporânea; o Pavilhão da Bienal, palco de diversos eventos importantes da capital; a Oca, conhecida por ter sediado exposições renomadas, como a de Picasso; o Pavilhão Japonês, um espaço para a difusão da cultura oriental; e o Planetário, um lugar para conhecer um pouco do mundo da astronomia.

Av. Pedro Álvares Cabral – Moema – São Paulo – SP
Telefone: 11 5574 5505

www.parquedoibirapuera.com

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