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Parque Alfredo Volpi Parque Alfredo Volpi(0)

Parque Alfredo Volpi
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Parque Alfredo Volpi é um parque localizado no bairro de Cidade Jardim, distrito do Morumbi, na zona oeste da cidade brasileira de São Paulo.1
Possui uma área de 142.432 m². Anteriormente denominado Bosque do Morumbi, foi criado visando a preservação ambiental por meio de uma significativa área remanescente de vegetação do Domínio da Mata Atlântica inserido no tecido urbano. Conta com uma rica fauna e flora, além de três lagos, alimentados por uma nascente natural, playground, estacionamento, bebedouros, bicicletário, monjolo, mesas, bancos, sanitários, aparelhos de ginástica, Trilha natural (1500 metros) e Pistas de cooper (1000 e 1500 metros).

Referências

http://www.vejasaopaulo.com.br/red/popups_vejinha/mapa_verde/alfredo_volpi.html

http://www2.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/meio_ambiente/parques/alfredo_volpi/0001

http://www.saopaulo.sp.gov.br/saopaulo/turismo/cap_parq_alf_volpi.htm

Prefeitura de São Paulo

Turismo em São Paulo
Parques de São Paulo
Este artigo sobre um parque é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o

 

Parque da Cantareira Parque da Cantareira(0)

Parque Estadual da Cantareira

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.O Parque Estadual Turístico da Cantareira (criado pelo Decreto Estadual nº 41.626 de 1963) é uma Unidade de Conservação de Proteção Integral paulista que abrange parte da Serra da Cantareira, tendo sido, como tal, tombado pela UNESCO em 1994.2 Está localizado na Zona Norte de São Paulo, incluindo áreas dos municípios de São Paulo, Mairiporã, Guarulhos e Caieiras.

Índice
1 História
2 Algumas espécies encontradas no Parque
3 Maior Floresta Urbana do Mundo
4 Notas e referências
5 Ver também
6 Ligações externas

História

É um fragmento da Mata Atlântica com várias espécies de fauna e flora. A Serra da Cantareira foi batizada pelos tropeiros que faziam o comércio entre São Paulo e outras regiões do país, nos séculos XVI e XVII.A grande quantidade de nascentes e córregos ali encontrados forneciam água, que era armazenada em cântaros (jarros para armazenar água) e, depois de cheios, eram colocados em prateleiras, as chamadas cantareiras. O Parque compreende parte da Serra, mas não toda ela. Oferece três trilhas: a da Figueira com 700 metros, a Pedra Grande com 7 km e a da Bica com 1.500 metros.

Atualmente com 7 916,52 ha (pouco mais de 79 kilômetros quadrados) de Mata Atlântica distribuídos por quatro municípios da Grande São Paulo, a área do Parque foi tombada no final do século XIX, para garantir o abastecimento de água para a cidade de São Paulo.
Desde a década de 1990 o Parque se encontra ameaçado pela especulação imobiliária, devido ao loteamento clandestino das áreas particulares contíguas, que facilita a formação de favelas no em torno e mesmo dentro da área do parque.

O parque é dividido pelos distritos de Tremembé e Mandaqui, embora aparentemente não exista nenhum documento que afirme com precisão a que distrito, de fato, pertença o parque. O mesmo ocorre com o seu vizinho, o Horto Florestal de São Paulo.
Tem quatro núcleos de visitação: Pedra Grande, Águas Claras, Engordador e

Cabuçu:

Núcleo Pedra Grande O primeiro aberto ao público em 1989, com três trilhas:
Trilha das Figueiras: com 1.200m de percurso variando de suave a íngreme;
Trilha da Bica: com 1.500m de percurso suave;
Trilha da Pedra Grande: com 9.500m de percurso íngreme.

Núcleo Engordador

O nome nasceu da fazenda que existia ali no final do século XVII, onde era realizada a “engorda” do gado. Possui três trilhas:
Trilha da Cachoeira: com 6.500m;
Trilha do Macuco: com 700m de percurso leve;
Trilha de Mountain Bike: com 1.400m de percurso variando de leve a íngreme.
Trilha do Sagui3
Trilha do Macuco4
Do estacionamento do Núcleo Engordador até o final da Trilha da Cachoeira5

Núcleo Águas Claras

O Núcleo Águas Claras, localizado na zona norte de São Paulo, é mais voltado mais para a educação ambiental. Nele, podem-se percorrer quatro trilhas:
Trilha das Águas Claras: com quase 700m.
Trilha da Samambaia-açú: com caminhada de 1.250m por uma alameda de samambaias de até 2,5m;

Trilha das Araucárias: com 1.250m toda ladeada de Araucárias;
Trilha da Suçuarana: com 1.200m.
Trilha do Pinheirinho: uma trilha bem longa , bastante praticada por veiculos Off-Road.
Algumas espécies encontradas no Parque

Fauna: bugio, veado-mateiro, preguiça, serelepe (ou caxinguelê), quati, jararaca, coral, suçuarana.

Flora: samambaia-açu ou xaxim, hoje espécie ameaçada devido à exploração desenfreada. Árvore muito antiga, contemporânea dos dinossauros, figueira, que apresenta mais de 5000 espécies em todo o mundo, principalmente em climas tropicais. Devido à força de suas raízes, não aconselha-se plantá-la perto de edificações, com a certeza de trincas e rachaduras nas paredes, jacarandá-paulista, canela-incenso, embaúba, tapiá-mirim, árvore habitante principalmente de morros e montanhas, e sua madeira é muito utilizada na industria madereira, pau-jacaré, palmito-doce(ou içara, ou palmeira), nativa da Mata Atlântica, açoita-cavalo, pasto-d’anta, cedro-rosa, bambu, araucária, helicônia, jequitibá-branco, vassourão-branco(ou vernonia), philodendros, cabreúva, pata-de-vaca, nome dado devido ao formato de suas folhas, circulares achatado, e bromélias, originária das Américas, de florestas tropicais, apresenta mais de 200 espécies, e o gênero ananas é utilizado para produção de batatas e morangos.

Maior Floresta Urbana do Mundo

É popularmente difundida a ideia de que a Serra da Cantareira, com seus 64.800 ha (na qual está inserido o Parque Estadual da Serra da Cantareira) é teoricamente a maior floresta urbana do mundo6 7 8 9 10 11 . Entretanto, há outras florestas também importantes, como a do Parque Estadual da Pedra Branca (12.500 ha12 ), na cidade do Rio de Janeiro, que apesar de ser menor que a cantareira, sua área florestal não pertence(assim como não compartilha com) a outras quatro cidades da Grande São Paulo como a ‘Cantareira’ pertence(compartilha), sendo assim o Parque Estadual da Pedra Branca continua sendo a maior floresta urbana do mundo de uma mesma área urbana, ou seja, a própria cidade e município do Rio de Janeiro. Outra causa da redução do parque é o desmatamento provocado pelas invasões de favelas e condomínios no seu entorno por negligência das fronteiras do parque com a área urbana. E também por incêndios tanto causados pela secura da inversão térmica quanto por incêndios criminosos advindo de visitantes que depositam lixo e outros materiais dentro do local, tanto quanto a cadência de balões em épocas festivas que podem destruir centenas de hectares(ha) de mata atlântica dentro do parque podendo comprometer sua estrutura florestal a ponto de dizimá-la em 50 anos a partir do ano corrente de 2011, e o Sanjay Gandhi National Park (10.400 ha13 ), em Mumbai, Índia – ambas de mata nativa. A definição de floresta urbana varia de país para país, motivo que dificulta o estabelecimento de um ranking claro de florestas urbanas, por tamanho. Corre sério risco de degradação ambiental, juntamente com o Parque do Horto Florestal, com a construção do Trecho Norte do Rodoanel Mário Covas.

Especula-se que a obra viária pode comprometer o Sistema Cantareira, afetando o abastecimento de água da cidade de São Paulo.

Parque do Carmo Parque do Carmo(0)

Parque do Carmo é um distrito situado na Zona Leste de São Paulo e que pertence à Subprefeitura de Itaquera.

O parque que dá nome à região é o segundo maior da área metropolitana de São Paulo e foi criado em 1976, em área
que pertencia a uma fazenda de Oscar Americano de Caldas Filho. Possui fauna e flora ricas, com macacos, veados, gambás, lagartos, entre outros, além de atrações, como um planetário.

Situa-se na Avenida Afonso Sampaio e Souza, 951. No distrito existe uma unidade do SESC (Serviço Social do Comércio) que proporciona diversão a preços baixos para toda a região. Esta unidade tem o nome de SESC Itaquera, mas apesar do nome fica neste distrito como mostram os mapas oficiais da Prefeitura de São Paulo.

Os primeiros ocupantes desta região foram três tribos indígenas, Itaquerús que originou o nome do bairro de Itaquera, Guaianás que originou o nome do bairro de Guaianases e Caaguaçús, Com o decorrer do tempo vieram para esta região uma Ordem católica chamada de Ordem Terceira do Carmo Fluminense, que todos conheciam como Ordem dos
Carmelitas.

Eles tinham o intuito de catequizar os índios que aqui habitavam, e mostrar alguns de seus costumes, este choque cultural não aceito pelos índios teve o resultado de fuga destes para terras mais distantes.

Parque Ecológico do Tietê Parque Ecológico do Tietê(0)

O Parque Ecológico do Tietê é um parque e uma área de proteção ambiental localizada na várzea do Rio Tietê, sob administração do DAEE, órgão vinculado ao governo do estado do São Paulo. Oficialmente, ele é formado pelas seguintes áreas: Núcleo Engenheiro Goulart, no distrito de Cangaíba, na Zona Leste de São Paulo, Núcleo Ilha do Tamboré, em Barueri, Núcleo Vila Jacuí, no distrito de São Miguel Paulista, na Zona Leste de São Paulo De acordo com o DAEE, os núcleos Engenheiro Goulart e Vila Jacuí também fazem parte do Parque Várzeas do Tietê.

O Parque Ecológico do Tietê foi concebido no contexto das obras e serviços de combate a inundações na Região Metropolitana da Grande São Paulo. Pretendeu-se manter a capacidade de amortecimento das cheias, nas várzeas do Tietê, entre Guarulhos e Ponte Nova e, como subproduto, aproveitar as áreas lindeiras para atividades de lazer, esporte, cultura e para a preservação da fauna e flora. Dessa forma não se repetiria o erro cometido no trecho entre Guarulhos e Osasco, onde a urbanização e as vias marginais oprimem o rio, exigindo obras vultosas para o seu aprofundamento.

O parque foi criado pelo Decreto Estadual 7.868 de 30 de abril de 1976, inaugurado em 14 de março de 1982, e o projeto arquitetônico paisagístico foi feito pelo renomado arquieto Ruy Ohtake .

O núcleo Engenheiro Goulart com 12,5 milhões de m2, fica situado na zona leste da cidade de São Paulo, nas margens da Rodovia Ayrton Senna sentido SP/Rio, altura do km 15,5 (acesso pelo km 17).
Há diversos equipamentos sociais, recreativos, esportivos e de lazer, bem como a flora em constante recuperação que servem de refúgio para os animais silvestres.

Possui trilha para caminhadas, Centro de Educação Ambiental, Centro Cultural, Museu do Tietê, Biblioteca, Palco para Shows, 5 quadras poliesportivas, 17 campos de futebol, playgrounds, áreas de ginásticas, quiosques com churrasqueiras, aluguel de pedalinhos, barcos e bicicletas.
Há também um trenzinho (serviço terceirizado) que percorre a trilha de 4 km, onde o visitante pode conhecer melhor a fauna e flora do parque.
Em 2004 o parque foi revitalizado e recebe atualmente mais de 200 mil visitantes/mês.

O parque fica aberto de segunda-feira à domingo, das 08:00 às 17:00 horas, com entrada gratuita. Telefone do Parque Ecológico do Tietê: (11)2958-1477

Parque estadual do jaraguá Parque estadual do jaraguá(0)

Parque Estadual do Jaraguá
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Parque Estadual do Jaraguá é um parque brasileiro do estado de São Paulo.
Foi criado em 1961, em torno do Pico do Jaraguá, na Serra da Cantareira, e está situado no município de São Paulo. É um parque remanescente de Mata Atlântica, onde podemos encontrar a casa do Afonso Sardinha, que hoje é tombada pelo patrimônio histórico, do lado da casa também podemos encontrar o local onde os escravos lavavamos ouros que eram encontrados no local. Tem três trilhas, onde podemos entrar em total contato com a natureza. Também podemos encontrar tribo de índios que até hoje vivem lá.

Parque Trianon Parque Trianon(0)

Parque Trianon

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Parque Tenente Siqueira Campos, mais conhecido como Parque Trianon ou Parque do Trianon, foi inaugurado em abril de 1892 com a abertura da Avenida Paulista na cidade de São Paulo. Foi projetado pelo paisagista francês Paul Villon.

O nome Trianon veio do fato de, naquele tempo, existir no local onde hoje se situa o Museu de Arte de São Paulo, em frente ao parque, um clube com o nome Trianon. O arquiteto Ramos de Azevedo desenvolveu o projeto de (1911-1914), na administração do Barão de Duprat, do chamado Belvedere Trianon, construído em 1916 e demolido em 1957 para dar lugar ao museu.

Em 1924, o parque foi doado à prefeitura, e, em 1931, recebeu sua denominação atual em homenagem a um dos heróis da Revolta Tenentista, Antônio de Siqueira Campos.

O parque foi inaugurado em 3 de abril de 1892 e deve ter seu surgimento entendido no contexto do processo de urbanização da cidade de São Paulo daquela época. No ano anterior ocorrera a inauguração da Avenida Paulista. Naquela época, o ambiente cultural da aristocracia cafeeira era dominado por influências do romantismo europeu do século XIX e, dessa forma, o parque acabou ganhando ares de um jardim inglês, apesar de sua exuberante vegetação tropical, remanescente da Mata Atlântica da região do alto do Caaguaçu, atual espigão da Paulista.

O responsável pelo projeto paisagístico foi o francês Paul Villon, motivo pelo qual o parque às vezes ser citado, nos textos antigos, como Parque Villon. O nome Trianon veio do fato de, naquele tempo, existir no local onde hoje se situa o Museu de Arte de São Paulo em frente ao parque, um clube com o nome Trianon, onde foi construído de (1911-1914) o chamado belvedere com projeto do arquiteto Ramos de Azevedo.



Por muitos anos ainda foi conhecido como parque da Avenida e era explorado pela iniciativa privada, juntamente com o clube, servido de palco para muitas festas, bailes e eventos culturais da alta sociedade que passou a morar na região da Paulista.

Na avenida entre ambos ocorria a largada de várias corridas de automóveis e em 1924, ocorreu a primeira Corrida de São Silvestre, largando desse mesmo lugar. Ainda nesse ano foi doado à Prefeitura da cidade e em 1931 o parque recebeu seu nome atual em homenagem ao tenente Antônio de Siqueira Campos, um paulista de Rio Claro, herói do Movimento Tenentista de 1924.
A partir de 1968, na gestão do prefeito Faria Lima, o parque passou por várias mudanças que tiveram a assinatura do paisagista Burle Marx e do arquiteto Clóvis Olga. E em data recente o parque foi tombado pelo CONDEPHAAT e pelo CONPRESP.

Atualmente o Parque Trianon possui em seu interior, além da única reserva remanescente de mata atlântica da região, outros atrativos como a estátua do Fauno de Vítor Brecheret, um viveiro de aves, fontes, chafarizes, locais de recreação infantil, sanitários públicos e centro administrativo, tornando-se um refúgio de lazer e descanso no meio da agitada Avenida Paulista.

Parque do Ibirapuera Parque do Ibirapuera(0)

Um dos parques mais visitados da cidade possui diversas opções de lazer. O Parque abriga áreas para atividades físicas, ciclovias, 13 quadras e playgrounds, lagos, espaço para piqueniques, local para locação de bicicletas, entre outros.

Possui também diversos centros culturais importantes: o Museu de Arte Moderna (MAM), fundado em 1948, é um espaço com cerca de quatro mil obras da arte contemporânea; o Pavilhão da Bienal, palco de diversos eventos importantes da capital; a Oca, conhecida por ter sediado exposições renomadas, como a de Picasso; o Pavilhão Japonês, um espaço para a difusão da cultura oriental; e o Planetário, um lugar para conhecer um pouco do mundo da astronomia.

Av. Pedro Álvares Cabral – Moema – São Paulo – SP
Telefone: 11 5574 5505

www.parquedoibirapuera.com

Parque Vila Lobos Parque Vila Lobos(0)

O Parque Villa-Lobos é um parque público, localizado no distrito do Alto de Pinheiros, às margens do rio Pinheiros, na cidade de São Paulo, Brasil. A entrada principal do parque situa-se na avenida Prof. Fonseca Rodrigues.

Inaugurado no final de 1994, o parque, projeto do arquiteto Decio Tozzi, foi originalmente concebido para ser um oásis musical – uma homenagem ao compositor Heitor Villa-Lobos, mas hoje é muito procurado para caminhadas, passeios de bicicletas e um paraíso para os patinadores, por ser plano e uma pavimentação uniforme. Por ser um parque de segunda geração, concebidos com a intenção de conceituar o tempo livre de lazer das populações urbanas como um tempo de cultura e de conhecimento, o Villa-Lobos é proposto como um parque temático musical, moderno e contemporâneo, contendo, além das áreas verdes, equipamentos destinados ao sensível conhecimento da música.

Possui 732 mil m² de área verde, ciclovia, playground, ilha musical para shows e concertos e bosque de Mata Atlântica. A área de lazer inclui ainda aparelhos para ginástica, pista de cooper, tabelas de basquete, 3 quadras para futebol de salão, 7 para tênis, além de quadras poli esportivas, 4 campos de futebol, 2,4 km de pistas para caminhadas, 3,5 km de ciclovia. Um anfiteatro aberto de 729 m², com 450 lugares, sanitários adaptados para deficientes físicos, lanchonete e 750 vagas para estacionamento.

O parque também promove eventos musicais, especialmente instrumentais, como orquestras e grupos de choro; o complexo de tênis abriga o torneio internacional Aberto de São Paulo. Em dezembro de 2010, foi inaugurado o Orquidário Ruth Cardoso1 . Também conta com circuito elevado entre as copas de alguns exemplares das árvores do parque.

O público estimado é de cerca de 3 mil pessoas por dia durante a semana e aproximadamente 25 mil nos fins de semana.[carece de fontes]
Nos finais de semana e feriados, também é possível ver pipas exóticos nos céus do parque, entre eles pipas gigantes, polvos, Asas Deltas e Parafoils. Diversão garantida e sem “cerol” (cortante), pois o mesmo é proibido no parque.

A segurança do parque é auxiliada pela Polícia Militar, que está baseada no local com a 1ª CIA do 23º BPM/M; uma equipe terceirizada complementa a segurança local.

Pessoas de todas as partes da metrópole freqüentam o parque atualmente.
Em 1987, comemorava-se o centenário de nascimento de Villa-Lobos. No ano seguinte, os Decretos Estaduais 28.335 e 28.336/88 destinavam a área atual do parque à implantação de um “parque de lazer, cultura e esporte”.

Antes de 1989, em sua porção mais a oeste havia um depósito de lixo do CEAGESP, onde cerca de oitenta famílias recolhiam alimentos e embalagens, na parte leste ao lado do Shopping Villa-Lobos, era um depósito de material dragado do Rio Pinheiros e na porção central o antigo proprietário permitia o depósito de entulho da construções.

Antes da reconstrução, o parque constituía-se em um grande descampado. Boa parte dos seus 750.000 metros quadrados de área verde. Com as reformas, houve o plantio de árvores e a instalação de lanchonete e sanitários, fornecendo a infra-estrutura necessária a seu funcionamento. A base da polícia militar instalada no local resolveu o problema da segurança.

Em 2004, o Decreto 48.441 passou a administração do parque para a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. Em 2010, foram retiradas 15 barracas de alugueis e de comida, que atuavam há mais de 10 anos no local. Em seu lugar, a partir de uma licitação, 2 empresas controlam agora, cada uma, as barracas de aluguel dos equipamentos e da venda de alimentos. As duas empresas permanecerão por 30 meses no local e juntas pagarão ao Governo 6,2 milhões de Reais. Em 2011, foi anunciada a ampliação em 20% da área do parque, onde hoje está localizado o canteiro de obras da Linha 4 do Metrô de São Paulo .

O parque já recebeu em 2011 o espetáculo Varekai do “Cirque Du Soleil”, e em 2013 voltará receber a trupe com o espetáculo Corteo.

Trata-se de um complexo público de tênis composto por 7 quadras de superfície dura (cimento), localizadas no interior do parque. Com capacidade para 4.500 espectadores, é a sede do torneio Aberto de São Paulo.

No parque também tem um espaço onde você pode encontrar uma horta com grande variedades, como por exemplo: Manjericão, menta, alfazema, canfora, novalgina, babosa, citronela entre outras. Os atendentes são bem atenciosos e dispostos a tirar qualquer duvida referente as plantações, e você ainda pode levar hortaliças para casa.




					
				
Parque da juventude Parque da juventude(0)

Parque da Juventude

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Parque da Juventude é um complexo cultural, recreativo e esportivo localizado na Zona Norte do município de São Paulo. Em 2007,a terceira e última fase foi concluída. Sua construção se deu no local onde estava implantado o antigo Complexo Penitenciário do Carandiru, local historicamente marcado por violação aos direitos humanos, degradação urbana e violência.

O Parque é composto de três grandes espaços (cada um deles correspondendo a uma das três fases de implantação): o primeiro, a Área Esportiva, é de caráter recreativo-esportivo, com quadras poliesportivas, espaços para prática de skate e patins, pistas de cooper, entre outros.

O segundo, denominado Área Central, é de caráter recreativo-contemplativo, com trilhas, caminhos ajardinados, passarelas, entre outros elementos que remetem mais à idéia tradicional do “parque”. Finalmente, o terceiro, a Área Institucional, é de caráter cultural, onde estão localizadas as Etecs (Escolas Técnicas), que oferecem cursos regulares de enfermagem, informática, música, canto, entre outros. Aí também se encontra a Biblioteca de São Paulo, de responsabilidade da Secretaria da Cultura.3
Skyline de Santana visto do Parque da Juventude.

A construção de um parque cultural no local do Carandiru foi considerado um ato simbólico por parte do Governo do Estado no sentido de livrar o local do estigma de violência. Durante a apresentação da proposta do projeto, no entanto, houve diversas críticas de especialistas em planejamento urbano e em políticas públicas no tocante ao papel que o parque terá no processo de especulação imobiliária da região.

Durante o período de desativação do Carandiru, o Governo do Estado promoveu um concurso público para escolha do projeto arquitetônico para o Centro Cultural e o parque. O grupo vencedor foi o escritório do arquiteto Gian Carlo Gasperini, o qual responsabilizou o escritório da arquiteta-paisagista Rosa Grena Kliass com o desenvolvimento da proposta paisagística para todo o local. Do projeto de Kliass, surgiu a idéia de dividir o projeto em três fases de implantação, cada uma caracterizada por um perfil distinto.5 A construção ficou por conta da empresa de engenharia e incorporação Kallas.

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