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Parque Raposo Tavares Parque Raposo Tavares(0)

 Parque Raposo Tavares
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Parque Raposo Tavares é um parque municipal administrado pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da cidade de São Paulo. Localiza-se no bairro de Vila Albano, na altura do quilômetro 14,5 da Rodovia Raposo Tavares, no distrito homônimo da capital paulista. Inaugurado em 1981, é considerado o primeiro parque da América do Sul a ser construído sobre um aterro sanitário.1

Possui 195.000 metros quadrados de extensão, englobando bosques e áreas ajardinadas, com mais de quarenta espécies de árvores nativas do Brasil. Serve de abrigo a mais de trinta espécies de aves, répteis e pequenos mamíferos. Possui infraestrutura para a prática de atividades esportivas, culturais e de lazer. Localizam-se no parque o Centro de Referência em Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável e uma das unidades dos Bosques da Leitura do Sistema Municipal de Bibliotecas

História

Até o início da década de 1960, a área onde hoje se encontra instalado o Parque Raposo Tavares era um grande terreno de propriedade particular, abrangendo 190.926 m². Em 1965, o então prefeito Francisco Prestes Maia desapropriou o terreno, declarando-o de utilidade pública e reservando-o para a execução de serviços de limpeza. Três anos mais tarde, o terreno foi cedido para a Administração Regional de Pinheiros e passou a ser utilizado como depósito de lixo.

Na década de 1970, entraram para a pauta do poder público municipal as discussões sobre questões ambientais urbanas, nomeadamente a destinação dos resíduos sólidos, cujo volume crescera exponencialmente em função da explosão demográfica paulistana, intensificada nas décadas anteriores. É nesse contexto que surgem as propostas de construção dos primeiros aterros sanitários de São Paulo, visando ordenar a disposição e destinação final dos resíduos urbanos, ainda que carecessem da infraestrutura sanitária dos aterros atuais.

O primeiro aterro paulistano a ser inaugurado foi o de Lauzane Paulista, em 1974. Em seguida, foram criados os aterros de Jardim Damasceno e Engenheiro Goulart e, em julho de 1975, o antigo depósito de lixo de Raposo Tavares foi oficialmente convertido em aterro sanitário.3 Neste mesmo ano, o “lixão de Raposo Tavares”, como era conhecido, foi tema de um documentário do cineasta João Batista de Andrade, intitulado Restos. O documentário registrava a miséria da população cuja sobrevivência dependia da coleta dos resíduos depositados no local, bem como repressão policial a que estava sujeita.

O aterro teve sua área gradualmente ampliada entre 1972 e 1977, agregando lotes lindeiros ao terreno, visando ampliar sua capacidade.Funcionou até agosto de 1979, quando foi desativado, encontrando-se já saturado. Após a desativação do aterro, surgiu o projeto de transformar o espaço em um parque público. O projeto retomava uma das idéias originais para o uso do terreno: em 1961, antes mesmo de sua desapropriação, já existia uma proposta de utilizar a área para fins recreativos.

Em 1981, foi inaugurado o Parque Raposo Tavares, herdando o nome do distrito em que se localiza, dado em homenagem ao bandeirante Antônio Raposo Tavares, um dos responsáveis pela expansão do território da então colônia portuguesa. Foi o primeiro parque da América do Sul a ser construído sobre um aterro sanitário. Essa particularidade histórica explica algumas de suas características peculiares: o solo do parque é formado por camadas compactadas e intercaladas de lixo e de terra, sendo revestidas por uma grossa camada de argila, cujo propósito é diminuir a emanação de gases, e por uma outra camada de terra, que serve de substrato à vegetação. Esta, por sua vez, é totalmente introduzida e tem seu crescimento dificultado pelas características mencionadas.

Não obstante as dificuldades provenientes da adaptação de um antigo depósito de lixo à função de parque, o projeto teve impacto significativo para a qualidade de vida da população do entorno, majoritariamente composta por famílias de baixo poder aquisitivo, residindo em uma área caracterizada pela presença de diversas favelas5 , ao diminuir sensivelmente, ou mesmo extinguir, problemas como a proliferação de doenças, o mau cheiro e a poluição visual, bem como ao proporcionar uma nova área para prática de atividades recreativas e de contemplação da natureza.

Infraestrutura e atividades.

O Parque Raposo Tavares possui uma área total de 195.000 m², sendo 193.460 m² referentes à área interna ao gradil e 1.540 m² a área da calçada externa. A vegetação ocupa 185.260 m² e as quadras, pisos e edificações aproximadamente 9.000 m². A frequência diária é de aproximadamente 100 visitantes nos dias úteis, 300 pessoas aos sábados e 360 pessoas aos domingos e feriados.

O parque é dotado de um conjunto de quadras poliesportivas, um campo de futebol, campinhos de terra, campo de malha, pista de cooper, playground, áreas de estar, aparelhos de ginástica, churrasqueiras, bebedouros e sanitários.3 Conta com uma unidade dos “Bosques da Leitura”, espaços mantidos pelo Sistema Municipal de Bibliotecas que disponibilizam livros e periódicos para consulta aos fins de semana, em diferentes pontos da cidade. Eventualmente o Bosque da Leitura do parque organiza a “Feira de Troca de Livros e Gibis”, atividade que visa estimular o público a renovar seus acervos bibliográficos pessoais, sem custos.2 Nos arredores do parque também funciona o Centro de Referência em Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável, órgão responsável por estabelecer intervenções sócio-educativas em tópicos como acesso aos alimentos e alimentação saudável, visando estimular a saúde e a qualidade de vida.

Em janeiro de 2009, um estudo publicado pelo Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco) em janeiro de 2009 apontou o Parque Raposo Tavares como o pior, dentre 41 parques municipais avaliados, em termos de conservação e manutenção da infraestrutura.6

Flora e fauna

Por ter sido construído em cima de um aterro sanitário desativado (com mais de dois milhões de toneladas de resíduos), o Parque Raposo Tavares tem uma vegetação inteiramente introduzida. O solo do parque é composto por camadas compactadas e intercaladas de resíduos e de terra, recobertas por uma camada de argila, que tem por objetivo diminuir a emanação de gases, e, sobre esta, uma camada de terra onde foram plantadas as espécies vegetais. Tal característica dificulta o crescimento da flora local. As espécies arbóreas, em especial, apresentam problemas de desenvolvimento e fixação no substrato. O parque pertence à bacia hidrográfica do córrego Pirajuçara e seu terreno se situa em área de antiga cabeceira de drenagem, sobre maciço gnássico.

A área verde é dividida em espaços ajardinados e bosques baixos, com 46 espécies arbustivas e arbóreas, incluindo três espécies de palmeiras, e diversas espécies herbáceas, gramíneas e leguminosas. Encontram-se representados exemplares nativos e exóticos, tais como tamboril, pau-ferro, palmeira seafórtia, acácia negra, faveira, jerivá, quaresmeira, paineira, pau-formiga, sibipiruna, resedá e urucum, entre outros.

O parque encontra-se inserido em uma área com vegetação relativamente abundante, se comparado a outras regiões mais adensadas da cidade de São Paulo. Esse fator contribui para a existência de um grande número de aves (31 espécies identificadas), incluindo espécies como o periquito-rico, a coruja-buraqueira, a coruja-do-mato, a andorinha-pequena-de-casa, o bem-te-vi-do-gado, o chupim e o tico-tico, além de espécies migratórias, como o suiriri e o andorinhão-do-temporal. Na fauna do parque também estão representados répteis inofensivos, como cobras não venenosas, e pequenos mamíferos, como gambás e preás.

Praça Vilaboim Praça Vilaboim(0)

 Praça Vilaboim

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Praça Vilaboim é uma praça localizada no bairro de Higienópolis, zona centro de São Paulo. Trata-se de um dos principais pontos do bairro, possuindo uma praça, toda arborizada e cercada por pontos comerciais diversos, notadamente restaurantes, livrarias. Tem início na esquina com Rua Piaui, 959 e tendo como esquinas, a Rua Armando Penteado, a Rua Aracaju, a Rua Tinhorão.1

História

No ano de 1877, as terras onde seria aberta a Praça Vilaboim pertenciam a Joaquim Floriano Wanderley, proprietário de um grande sítio que seguia até a Rua da Consolação. Em 1895, seus herdeiros venderam a propriedade para Martinho Burchard, que loteou o bairro de Higienópolis, num empreendimento conjunto com Victor Nothmann.

Edifício Professor Vilaboim

Edifício Louveira

Era pequena praça triangular utilizada como campinho de futebol conhecida como “Praça Piauí” e “Largo do Piauí”. Urbanizada pela prefeitura a partir da década de 1930, em 1937 (Ato nº 1.298 de 09/10/37 – Prefeito Fábio da Silva Prado) a praça recebeu o nome de “Vilaboim”, uma homenagem ao Dr. Manuel Pedro Villaboim. Quando de sua inauguração, no dia 21/09/1937, ocorreu um evento festivo no local, os netos do Dr. Villaboim, Raul Villaboim Carvalho e Fernando Villaboim Carvalho, procederam o plantio de uma figueira para ocupar o centro da praça.

Tombamento

O CONPRESP – Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico – efetuou o tombamento da Praça Vilaboim, em Higienópolis. A medida reconhece o valor histórico da área e visa preservar a configuração atual da praça e a vegetação existente, além de proteger toda área envoltória.

Para o perímetro de tombamento as construções devem obedecer às alturas máximas de 10 a 12 metros, sendo obrigatória a manutenção dos recuos frontais. Já para a área envoltória a altura dos imóveis varia entre 7 e 12 metros.

A resolução mantém ainda a integração entre a Praça Vilaboim e os bens que a cercam como o Edifício Louveira, Vila Marta, o Parque Buenos Aires e o bairro do Pacaembu.

 

 

Parque da Previdência Parque da Previdência(0)

O Parque Previdência é um parque municipal situado no extremo oeste da capital de São Paulo no bairro de Jardim Rolinópolis, prôximo a rodovia Raposo Tavares. Possui uma área de 91.500m².
Foi fundado em 21 de setembro de 1979. O parque recebeu este nome por que o Instituto de Previdência do Estado de São Paulo (IPESP) adquiriu estas terras no anos de 1950. O parque está localizado no bairro de mesmo nome.

Parte destas terras foi transferida para a prefeitura de São Paulo e ela no passado construiu um reservatório de água que abastecia o bairro até o ano de 1968, quando este passou a receber água encanada de outra estação.

Em junho de 1986 a prefeitura criou o seu primeiro Centro de Educação Ambiental – CEA – no Parque Previdência com o objetivo de divulgar a preservação do meio ambiente. Foi aproveitando a antiga casa de bombas e a estação de tratamento de água existente no local.

Apesar do parque possuir uma grande área, a maioria dela é fechada ao acesso do público. O parque está localizado em uma encosta íngreme e a sua entrada fica situada prôxima a rodovia Raposo Tavares, na parte mais elevada do parque. Nela estão situados um playground, um local para piquenique e a sede da administração.

Na sua parte posterior, o parque continua em um piso superior acessível através de uma escadaria. Nele existe um pequeno playground, acesso a trilha do Jequitibá e uma antiga entrada do parque, atualmente desativada.
O parque possui uma trilha denominada Trilha do Jequitibá que em seu percurso cruza com a árvore que lhe dá o nome. Seu trajeto apresenta algumas variantes, sendo que o percurso termina no ponto onde se inicia. Todo o trajeto o piso é de barro, com algumas cercas de madeiras nos pontos mais íngrimes.

O Parque Previdência fica a algumas centenas de metros do outro parque municipal Parque Luís Carlos Prestes.
O parque não apresentar uma pista de cooper ou de ciclismo. Seu acesso é considerado meio desfavorável porque está situado prôximo a rodovia Raposo Tavares que impede o fluxo de pessoas de uma lado para o outro da via. O seu estacionamento é externo.

Índice

1 Flora
2 Fauna
3 Referências
4 Ligações externas
Flora

Existe no local uma densa vegetação remanescente de Mata Atlântica. Nel predominam árvores, arbustos, cipós, musgos e epífitas.
Entre as espécie existem: o jequitibá, o cedro, a cangerana, o jacarandá-paulista, a embaúba, o pau-jacaré e o tapiá-guaçú.1

Fauna

Existem mais de cinquenta espécies de aves, incluindo o chibante, beija-flores (três espécies), gaviões, corujas, pica-paus (cinco espécies) e tucanos-de-bico-verde. Exisem vários passarinhos que só habitam o interior da mata como saíras, chocas-da-mata, tiês pretos, sabiás-uma, juruviaras, sanhaços, entre outros. Entre as aves aquáticas como martim-pescador e garças. Estas últimas podem ser vistas em um cercado prôximo a entrada do parque.

Rua Pedro Peccinini, 88 – Jardim Ademar
Horário de Funcionamento: Das 7h às 18h.

 

Parque Lina e Paulo Raia Parque Lina e Paulo Raia(0)

Parque Lina e Paulo Raia
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Parque Lina e Paulo Raia é um parque localizado no distrito de Jabaquara, na zona sul da cidade de São Paulo. Possui área de 15 mil m².

Ligações externas

Parque Lina e Paulo Raia no site da Prefeitura de São Paulo.

Parque Buenos Aires Parque Buenos Aires(0)

Parque Buenos Aires
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Parque Buenos Aires é um parque público localizado no bairro de Higienópolis (distrito da Consolação), na região central da cidade de São Paulo, outrora chamado Praça Buenos Aires e Praça Higienópolis. Em sua frente está a avenida Angélica (antiga rua Itatiaia), tendo em um dos lados a rua Piauí, de outro a rua Alagoas, e ao fundo, a rua Bahia.

Índice
1 História
2 Fauna e flora
3 Parque dos cães
4 Arte no parque
5 Referências
6 Ligações externas

História

Em 1912 a Prefeitura de São Paulo desapropriou uma área da região central da cidade, inaugurando lá, em 20 de setembro de 19131 , a Praça Higienópolis. Em setembro do mesmo ano seu nome foi alterado para Praça Buenos Aires.

Em 1916 as obras da praça, encabeçadas pelo francês Bouvard, foram concluídas, e o espaço foi entregue à população como mais uma opção de área verde, contendo cercamento, espelhos d´agua, esculturas e outros elementos de infraestrutura. O objetivo principal dessa construção era a manutenção da vista sobre o Vale do Pacaembu. O projeto ainda incluía uma elevação na parte central do espaço com direito a mirante e telescópios de observação.

Somente em 2 de dezembro de 1987 o local foi transformado no Parque Buenos Aires, tal qual conhecemos hoje, pelo então prefeito Jânio Quadros. Compactado numa região de extrema presença de prédios e fluxo de automóveis, o Parque Buenos Aires transformou-se em um tradicional ponto de tranquilidade na sempre agitada vida da cidade.

Causou polêmica em outubro de 2010 a proibição do uso de biquínis no parque, medida que o secretário municipal do Verde, Eduardo Jorge, garantiu que iria rever.Fauna e flora.ves de pequeno porte, como pardais, tico-ticos, pombos e periquitos, encantam os visitantes e auxiliam na polinização das diversas espécies vegetais do parque, que vão de pequenos arbustos a árvores de grande porte, como embaúbas, canelas, sibipirunas e um jequitibá-rosa com 40 metros de altura.
Parque dos cães [editar]

O parque tem o parque dos cães, pensado especialmente para os cachorros, apresentando área cercada onde eles podem correr livres e se socializar.3
Arte no parque [editar]

O parque conta com esculturas de , entre elas uma de autoria de Caetano Fraccaroli, chamada “Mãe”, que foi vencedora de um concurso nacional sobre o tema no ano de 1964. Pesando 24 toneladas e esculpida de apenas um bloco de mármore, ela foi instalada em frente ao espelho d’água. Outras esculturas são “O Tango”, de Roberto Vivas, esculpida em bronze e granito no ano de 1996, “Veado Atacado” e “Leão Atacado”, ambas vindas da França e executadas em bronze pela Frondies d’art ou Val d’cane. Na comemoração dos 96 anos do parque, em 2009, foram feitas diversas intervenções artísticas, que serão doadas ao parque ao final da mostra “Oxigênio”.

Jardim Botânico Jardim Botânico(0)

Jardim Botânico de São Paulo
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Jardim Botânico de São Paulo localiza-se no bairro Água Funda, na Zona Sul da cidade e estado de São Paulo, no Brasil.É construído no interior do Parque Estadual Fontes do Ipiranga uma zona de preservação da Mata Atlântica, ocupando uma área de 360.000 m².

História

Desde 1893 o governo passou a desapropriar as propriedades na região no intuito de preservar as nascentes do Rio Ipiranga e a área da Mata Atlântica. Em 1917 a região era propriedade do governo e passou a chamar-se Parque do Estado, as águas das nascentes foram utilizadas até 1928 para abastecer o Bairro paulistano do Ipiranga. Em 1938 com a criação do Departamento de Botânica (atual Instituto de Botânica), o Jardim foi oficializado. Já em 1969 a área de preservação, passou a chamar-se Parque Estadual Fontes do Ipiranga, substituindo a antiga denominação Parque do Estado.

O Jardim Botânico de São Paulo é composto pelo:

Museu Botânico Dr. João Barbosa Rodrigues
Jardim de Lineu e Espelho D’água
Estufas e Orquidário Dr. Frederico Carlos Hoehne
Palmeto Histórico
Bosque das Imbuias
Lago das Ninféias
Portão Histórico
Jardim dos Sentidos
Bosque dos Xaxins, Samambaiaçus, e Lago dos Bugios
Conjunto Escultural à Paz e à Liberdade
Bosque dos Passuarés
Lago das Nascentes do Riacho do Ipiranga
Bosque do Pau-brasil
Trilha de Terra Batida
Bosque das Guaricangas
Instituto de Botânica de São Paulo,

Parque Água Branca Parque Água Branca(0)

Parque da Água Branca
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Parque da Água Branca Localização Barra Funda, São Paulo, Brasil
Inauguração 2 de junho de 1929,

O Parque da Água Branca, ou Parque Fernando Costa, ou Parque do Bill é um parque de 136.765.41 m², e tem como enderêço a Avenida Francisco Matarazzo,455 – Água Branca (bairro de São Paulo). Localizado no distrito da Barra Funda, na cidade de São Paulo, Brasil.
Foi criado em 2 de junho de 1929 pelo Secretário de Agricultura Dr. Fernando Costa, com o objetivo de abrigar exposições e provas zootécnicas. Na ocasião, a Avenida Água Branca sequer havia sido asfaltada.

Em 1996, o parque foi tombado pelo Condephaat como patrimônio cultural, histórico, arquitetônico, turístico, tecnológico e paisagístico do estado de São Paulo.

Abriga o Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento Social e Cultural do Estado de São Paulo, o Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo, o FUSSESP,(antigo Fundo de Assistência Social do Palácio do Governo). A sede do Fundo funcionava em um palacete antigo da avenida Rio Branco, em Campos Elíseos, em frente ao Palácio dos Campos Elíseos,o antigo palácio do governo paulista.
Em 1980, no governo Maluf, a sede foi transferida para o atual endereço, na rua Ministro de Godói, 180 – Parque Fernando Costa (Água Branca).

Abriga diversas associações de criadores de raças de equinos e bovinos e a AAO (Associação dos Agricultors Orgânicos de São Paulo). Também abriga o Instituto de Pesca e o Museu Geológico Valdemar Lefèvre, entre outras instituições.

Reforma

Em agosto de 2010 a então primeira-dama do estado, Deuza Goldman, empreendeu profunda e extensa reforma no parque, derrubando várias palmeiras, árvores antigas e vegetação espontânea (“mato”) do bosque, retirando inclusive o banco de sementes deste, e fazendo no local uma trilha de cascalho para caminhadas.

Os gatos, saguis, galinhas, patos e pavões que viviam no local foram eliminados, o que desagradou a Associação de Amigos do Parque, além dos frequentadores. A criação de uma praça de alimentação ameaça o café da manhã orgânico que era servido três vezes por semana. Foi necessario pedir reforço da Polícia Militar para conter os protestos e seguir com a derrubada de árvores decidida unilateralmente pela primeira-dama, sem consulta a órgãos ambientais.

Além disso, festas tradicionais da cultura do interior do estado de São Paulo não poderão mais ser realizadas no Parque, que abrigará um teatro, uma praça de alimentação, e outros espaços de características metropolitanas.

Horto Florestal Horto Florestal(0)

Horto Florestal de São Paulo
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Nota: Se procura sobre o bairro do Horto Florestal, veja Horto Florestal (bairro de São Paulo).
23° 27′ S 046° 38′ W
O Parque Estadual Alberto Löfgren, conhecido como Horto Florestal, é um parque localizado na zona norte da cidade de São Paulo, a cerca de onze quilômetros do centro do município.

Foi criado pelo Decreto 335 de 10 de fevereiro de 1896 por iniciativa do botânico sueco da Comissão Geográfica e Geológica do Estado, Albert Löfgren. Por este motivo o Parque Estadual da Cidade passou posteriormente a ter seu nome.

Ocupa uma área de 174 hectares no pé da Serra da Cantareira e fica ao lado do Parque Estadual da Cantareira, no distrito do Mandaqui. Seu acesso pode ser feito a partir do distrito vizinho do Tremembé (ao fim da Rua do Horto). Seu perímetro é de 47.875 metros.

Abriga o Instituto Florestal, órgão estadual que coordena as Unidades de Conservação do estado de São Paulo. Lá se encontra a casa de verão do governador do estado, residência pública que abriga o governador vigente. Pode-se visitar também o Museu Florestal Otávio Vecchi, que possui o maior acervo de madeiras da América Latina. Ao lado do museu fica o marco do Trópico de Capricórnio que corta o parque.Seus ecossistemas são o horto botânico e o arboreto. Possui dois lagos com ilhas formadas por raízes de árvores, um campo de futebol que já abrigou o Esporte Clube Silvicultura, possui playground, área para pic-nic, trilhas, fontes de água mineral, pista de jogging; além disso são encontrados muitos animais, como tartatugas, garças, macacos-prego, capivaras, patos, gansos, pássaros silvestres entre outros.

Está correndo sério risco de degradação ambiental, juntamente com o Parque da Serra da Cantareira, com a construção da famosa e controvertida obra viária, conhecida por Trecho Norte do Rodoanel. Especula-se que a obra pode comprometer o Sistema Cantareira, afetando o abastecimento de água da cidade de São Paulo.
Ademais, trata-se de região de preservação ambiental internacionalmente reconhecida pela UNESCO, conhecida como Cinturão Verde de São Paulo.

Parque Severo Gomes Parque Severo Gomes(0)

Parque Severo Gomes
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Parque Severo Gomes é um parque localizado no bairro de Granja Julieta, no distrito de Santo Amaro, na zona sul da cidade de São Paulo. Conhecido pelos antigos frequentadores como “Pracinha da Granja”, a área do parque é remanescente de uma área verde que desde a década de 1970 abrigava um Centro de Convivência pertencente ao loteamento de duas chácaras, Vila Elvira e Granja Julieta. Foi inaugurado em 1989, e em 1992, recebeu o seu nome atual, Severo Gomes, em homenagem a um político paulista. O parque é dividido por ruas, configurando espaços distintos: área de lazer com playground, área arborizada junto ao curso d’água com trilhas para caminhada e uma área restrita de preservação permanente.

 

Parque Anhaguera Parque Anhaguera(0)

Parque Anhanguera (São Paulo)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O parque Anhangüera é um parque municipal situado no extremo noroeste da capital de São Paulo e no bairro de Perus.
Possui uma área de aproximadamente nove milhões de metros quadrados de mata atlântica. O parque possui trilhas, ciclovias, quadras, pista de cooper, orquidário, playgrounds e área com cabanas para festas com churrasqueiras públicas. Está situado na avenida Fortunata Tardelli Natucci 1.000, próximo à via Anhangüera. O parque foi criado em 1979 e está próximo do pico do Jaraguá.

Somente uma parte deste parque é acessível ao público, sendo que sua maior parte tem acesso restrito. O parque possui matas ciliares, campos secos e alagados (brejos), capoeiras e cursos d’água.
1 Fauna
2 Flora
3 História
4 Localização
5 Ver também
Fauna [editar]

O parque possui a seguinte fauna: preás, gambás, veados catingueiros, tatus, pacas, capivaras, cotias; quatis, cachorros do mato, ouriços, insetos, peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos. em poucos exemplares devido a atropelamentos por causa da rodovia que corta o parque e causa a morte de muitos animais.
Flora.

Sua flora consiste em , eucaliptos que faz parte de uma grande área do parque que não favorece a existencia de muitos animais pois eucalypto não é usado por animais brasileiros pois ele é nativo da oceania e um pouco de matas ciliares e mata nativa.
História

O parque Anhangüera é originário de uma área remanescente do Sítio Santa-Fé, uma antiga fazenda de reflorestamento adquirida pela prefeitura em 1978.

Localização

Avenida Fortuna Tadiello Natucci, 1000

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