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Museu do Futebol Museu do Futebol(0)

Mais do que sobre esporte, o Museu do Futebol é, antes de tudo, um museu sobre a história do povo brasileiro. Um museu cercado pelos mistérios da euforia que todos temos pela bola, pelo drible, pelo chute e pelo gol. Um mistério que opera sobre eruditos e simples, que unifica e separa como as grandes paixões coletivas, onde as alegrias são sempre maiores que as tristezas.

Entre no feitiço de como um esporte inglês, branco e de elite, aos poucos ganhou novos traços: tornou-se brasileiro, popular, mestiço e uma das mais reconhecidas manifestações culturais do nosso país.

Visitar o Museu do Futebol é percorrer o Brasil do século XX e perceber como nossos usos, costumes e comportamentos são inseparáveis da trajetória desse esporte. O futebol tem o encanto de abrir nossos olhos para valiosas questões da história.

Toda essa cápsula do tempo está instalada num dos mais bonitos estádios brasileiros, o Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – mais conhecido como Estádio do Pacaembu -, localizado em frente à Praça Charles Miller, em São Paulo. A iniciativa é do Governo do Estado e da Prefeitura de São Paulo – por meio da Secretaria Municipal de Esportes e da São Paulo Turismo – com concepção e realização da Fundação Roberto Marinho. O Museu do Futebol integra a rede estadual de museus de São Paulo.

Com visitas de terça a domingo, das 9h às 17h, o acervo multimídia preserva os principais e mais importantes momentos do futebol.

O museu não tem ligação com nenhum time específico e quem vai ao museu pode conhecer diversas salas em homenagem tanto aos grandes nomes do futebol quanto aos grandes momentos. Ainda é possível ouvir algumas narrações, conhecer a origem, entre outros assuntos relacionados ao futebol.

Telefone: 11 3664 3848

www.museudofutebol.org.br

Museu da Língua Portuguesa Museu da Língua Portuguesa(0)

Inaugurado oficialmente no dia 20 de março, o Museu da Língua Portuguesa abriu suas portas ao público no dia 21 de março de 2006. Em seus três primeiro anos de funcionamento mais de 1.600.000 pessoas já visitaram o espaço, consolidando-o como um dos museus mais visitados do Brasil e da América do Sul.

O Museu contou com uma equipe de criação e pesquisa composta por mais de trinta profissionais qualificados, dentre eles sociólogos, museólogos, especialistas em língua portuguesa e artistas que trabalharam sob a orientação da Fundação Roberto Marinho, instituição conveniada ao Governo do Estado de São Paulo responsável pela concepção e implantação do museu.

Seu projeto foi avaliado em aproximadamente R$37.000.000,00 (trinta e sete milhões de reais) que foram usados para financiar a criação, pesquisa, implantação do museu e restauro do Prédio da Estação da Luz. O projeto arquitetônico é de autoria de Pedro Mendes da Rocha e Paulo Mendes da Rocha.

O Museu da Língua Portuguesa, dedicado à valorização e difusão do nosso idioma (patrimônio imaterial), apresenta uma forma expositiva diferenciada das demais instituições museológicas do país e do mundo, usando tecnologia de ponta e recursos interativos para a apresentação de seus conteúdos.

Muito mais que aplicar as técnologias ao espaço ex´positivo por puro deleite de modernidade, o Museu da Língua Portuguesa adota tal museografia a partir de um dado muito simples: seu acervo, nosso idioma, é um pratrimônio imaterial, logo não pode ser guardado em uma redoma de vidro e, assim, exposto ao público.

A prservação do patrimônio imaterial, é um tema extremamente importante e complexo, e qeu, só recentemente, começou a ser discutido no mundo. Hoje, o Brasil já dispõe de legislalação específica, que permite o registro de tal patrimônio, reconhecidamente importante para manutenção e valorização da nossa identidade cultural.

Praça da Luz, s/nº – Centro – São Paulo – SP
Telefone: 11 3322 0080

www.museulinguaportuguesa.org.br

Museu do Ipiranga Museu do Ipiranga(0)

O Museu do Ipiranga é uma instituição científica, cultural e educacional com atuação no campo da História e cujas atividades têm, como referência permanente, um acervo. O conjunto articulado dessas atividades é a curadoria. Envolve a formação e ampliação de coleções (por intermédio de doações, aquisições ou coleta de campo), sua conservação física, seu estudo e documentação bem como a comunicação, seja do acervo, seja do conhecimento que ele permite gerar, através de exposições, cursos, programas educativos e publicações.

Como órgão da Universidade de São Paulo, a ela integrado desde 1963, exerce pesquisa, ensino e extensão. O Plano Diretor de 1990 definiu como área de especialidade institucional a História da Cultura Material. Neste campo, instituiu três linhas de pesquisa: Cotidiano e Sociedade; Universo do Trabalho; História do Imaginário, em função das quais têm sido ampliados e reorientados os acervos e as exposições do Museu.

Este museu é um monumento em homenagem à Independência do Brasil, às margens do rio Ipiranga. Possui um estilo arquitetônico eclético e está rodeado por um lindo jardim. O acervo possui mais de 125 mil peças que pertenceram a grandes figuras da história brasileira.

Além disso, as instalações do museu abrigam uma biblioteca com cem mil volumes, um Centro de Documentação Histórica com 40 mil manuscritos e laboratórios de conservação e restauração de peças e documentos. O espaço também promove outros eventos. Funciona de terça-feira a domingo, das 9h às 17h.

Pq. da Independência – Ipiranga – São Paulo – SP
Telefone: 11 2065 8000

www.mp.usp.br

Museu Casa do Grito Museu Casa do Grito(0)

A Casa do Grito tem sido motivo de pesquisas sistemáticas sobre seu valor histórico como técnica construtiva, a fim de desvinculá-la do cenário da Proclamação da Independência ocorrida em 1822. Sua denominação deve-se à associação com o quadro de Pedro Américo, intitulado “Independência ou Morte”, onde é retratada uma casa com características semelhantes. No entanto, o documento mais antigo referente a esse imóvel é datado de 1844 e consta dos autos do inventário de Guilherme Antonio de Moraes. Posteriormente, a pequena casa pertenceria a diferentes proprietários, até ser adquirida, em 1911, pela família Tavares de Oliveira, que permaneceu como moradora até a sua desapropriação pela municipalidade em 1936.

A casa ficou relegada ao abandono até 1955, quando uma campanha, realizada pela Sociedade Geográfica Brasileira e o jornal A Gazeta, atribuiu caráter histórico ao imóvel, a partir da constatação de sua técnica construtiva: a taipa de sopapo ou pau-a-pique. Lançaram, então, a idéia de recuperá-la para visitação pública. Certamente, esta idéia estava vinculada às comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo. As obras de restauro, incluindo uma janela falsa, tiveram a intenção de aproximá-la da casa representada na obra de Pedro Américo, no intuito de caracterizá-la com o cenário composto pelo artista.

Em 1958, por iniciativa da gestão municipal, o imóvel foi transformado em Museu do Tropeiro, abrigando um cenário característico dessa época, composto por móveis e alfaias adquiridos por meio de compra na região do Vale do Paraíba, ou pela doação de particulares e entidades diversas. O projeto tinha a intenção de compor um ambiente do que se imaginou ter sido um pouso de beira de estrada em princípios do século XIX.

No final da década de 70, a crítica a essas concepções museológicas, implicou na desmontagem do cenário. Os objetos passaram a integrar o acervo de bens móveis históricos sob responsabilidade do Departamento do Patrimônio Histórico (DPH).

Em 1981, a Casa do Grito foi objeto de pesquisas arqueológicas e passou por uma obra de restauro que procurou corrigir os excessos das intervenções anteriormente realizadas. Em 2007 passou por nova etapa de restauro e conservação, tendo sido reinaugurada em 7 de setembro de 2008. Este imóvel está incorporado ao Parque da Independência.

Pça. do Monumento, s/nº – Ipiranga – São Paulo – SP
Telefone: 11 2273 4981

www.museudacidade.sp.gov.br/casadogrito.php

Museu Casa da Imagem Museu Casa da Imagem(0)

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, desenvolve a estruturação da Casa da Imagem, instituição voltada à memória fotográfica da cidade de São Paulo.

Criada para ser a sede do Acervo Iconográfico e promover sua preservação, pesquisa e difusão, esta instituição também desenvolve ações voltadas à memória da imagem documental de nossa cidade.

A iniciativa da Secretaria Municipal de Cultura e do Departamento do Patrimônio Histórico reflete o desejo de valorizar e tornar seus acervos acessíveis. Neste caso, a execução de um amplo programa desenvolvido nos últimos quatro anos possibilitou a implantação do projeto desta nova unidade museológica.

A coleção de 710 mil fotografias passou por detalhada intervenção de conservação preventiva e foi guardada em reserva técnica especialmente projetada para sua tipologia, segundo padrão internacional. Cerca de 130 mil destas imagens foram digitalizadas e, juntamente com suas informações catalográficas, estão disponíveis no banco de dados, possibilitando o gerenciamento da coleção e o resgate de informações, operação que se completará com o acesso pela internet. Neste período também foi desenvolvido um programa de pesquisa junto ao acervo que teve por objetivo situar os autores representados na coleção e contextualiza-los na história da fotografia paulista.

Antecedendo estas ações, a Casa nº 1, assim conhecida pela numeração que recebeu na época de sua construção, foi destinada a abrigar o projeto Casa da Imagem. Em 2009 iniciaram-se as obras de restauro, que incluíram a reparação integral da parte estrutural, adaptação para acessibilidade, rede de lógica e telefonia, instalação do reservatório para combate a incêndio e intervenções nas pinturas ornamentais internas.

Vinculada ao Museu da Cidade de São Paulo, a Casa da Imagem integra uma das 13 edificações históricas que exemplificam a evolução das técnicas construtivas da cidade, representando o uso residencial aristocrático na segunda metade do século XIX. Por ter entre suas atribuições a guarda do Acervo Iconográfico, possui um corpo técnico especializado no seu gerenciamento.

A Casa da Imagem deverá formular estratégias que estimulem a percepção da cidade e sua memória, utilizando como instrumento a qualidade documental das imagens em atestar, reconstituir e analisar a história. Entre suas metas mais desafiadoras, está a proposta de conduzir um conjunto de ações que permitam conhecer o passado de São Paulo sem desqualificar o contemporâneo, mas aí situá-lo, estimulando o desenvolvimento humano e a aproximação da cidade e seu cidadão. Tornar o acervo acessível proporciona a inclusão do passado e possibilita ao visitante reconhecer-se como parte integrante do processo de desenvolvimento urbano, instrumento fundamental para a compreensão da importância da preservação do patrimônio, bem comum a todos.

Rua Roberto Simonsen, 136-B – Centro – São Paulo – SP (Metrô Sé)
Telefone: 11 3106 5122

www.museudacidade.sp.gov.br/casadaimagem.php

Museu Beco do Pinto Museu Beco do Pinto(0)

A Casa da Imagem administra o Beco do Pinto, antiga passagem entre o Solar da Marquesa de Santos e a Casa nº 1, atualmente destinado a abrigar projetos de artistas contemporâneos desenvolvidos especialmente para o espaço.

O Beco do Pinto, conhecido também como Beco do Colégio, era uma passagem utilizada na São Paulo colonial para o trânsito de pessoas e animais, ligando o largo da Sé à várzea do rio Tamanduateí. Atualmente, juntamente com a Casa da Imagem e o Solar da Marquesa de Santos, constitui um significativo conjunto arquitetônico, histórico e cultural, e integra o Museu da Cidade de São Paulo.

Seu nome relaciona-se ao sobrenome do proprietário da casa ao lado do logradouro, o Brigadeiro José Joaquim Pinto de Moraes Leme, e às suas desavenças com os vizinhos e a Municipalidade por ter fechado o acesso ao Beco em 1821. Em 1826, a passagem foi reaberta e recebeu da Câmara o nome oficial de Beco do Colégio. No ano de 1834, a Marquesa de Santos, ao comprar este imóvel de um dos herdeiros do Brigadeiro Pinto, conseguiu, da Câmara, o fechamento da passagem. Após a abertura da ladeira do Carmo em 1912, atual Av. Rangel Pestana, o Beco perdeu sua função e foi definitivamente desativado.

Vestígios de calçadas do século XVIII em dolomita, tijolo e paralelepípedo, assim como fragmentos de louça, vidro, cerâmica, ossos e grafite e, também, material usado para autópsia como estiletes e facas pertencentes à delegacia de polícia que funcionou no local no início do século XX, foram coletados durantes as prospecções arqueológicas executadas pelo convênio de 1979, firmado entre a Prefeitura e o Museu Paulista.

As escadas, grades e portões foram executados de forma a implementar uma versão moderna, sem perder as características anteriores. Vitrines com vestígios dos antigos calçamentos foram montadas no local nas obras de restauro da década de 1990, quando passou a integrar o circuito cultural da cidade de São Paulo.

Serviço: Beco do Pinto
Funcionamento:
terça a domingo, das 9h às 17h
Entrada gratuita

Rua Roberto Simonsen, s/nº – Centro – São Paulo SP
Telefone: 11 3106 5122

www.museudacidade.sp.gov.br/becodopinto.php

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