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Teatro Faap Teatro Faap(0)

Teatro
Centro atuante de cultura

O espaço ainda estava em obras quando foi produzido o primeiro espetáculo. A estreia, em 20 de março de 1972, foi um sucesso e contou com a presença de 1500 pessoas. Naquela época não havia poltronas, porém improvisou-se uma solução informal que o público adorou: almofadas forradas com panos de colchão e carpetes foram colocados no chão. O público se acomodou e achou a novidade simpática e aconchegante.

Era o início dos anos 70, época em que predominava a influencia hippie e onde tudo era paz e amor, flower power. Rodolfo Nanni, o cineasta, célebre pelo filme O Sacy, foi nomeado diretor do teatro em 1971. Sua missão inicial era a de transformar um porão semivazio em teatro. Para tanto, convocou o arquiteto e cenógrafo Aldo Calvo e o engenheiro Igor Sresnevski, homens experientes em matéria de montar espaços culturais. Nanni decidiu importar, da Inglaterra e da Itália, equipamentos de última geração. A ideia era de que o teatro funcionasse como um centro cultural diretamente ligado aos alunos da instituição. Além de Rodolfo Nanni, faziam parte da equipe de coordenação do espaço Anna Maria Kieffer, Jamil Maluf e Rodolfo Coelho de Souza.

Sua inauguração não aconteceu com uma peça teatral, mas sim com o projeto Supermercado de Som e Imagem, um show interativo, quando essa palavra ainda nem se quer era cogitada. “Foi o primeiro espetáculo interativo de São Paulo”, assinala Nanni. Portanto, mais um pioneirismo faapiano. “Não era concerto, nem teatro, nem cinema, nem artes plásticas, mas tudo isso junto.” A ideia era transformar essas artes em mercadorias a serem consumidas mais amplamente e de uma outra maneira, com uma nova embalagem.

Os números musicais eram intercalados pelos filmes experimentais e de vanguarda de Roberto Miller, premiados internacionalmente. Miller fazia cinema sem câmera, pintando diretamente no filme virgem. Alunos estagiários do curso de formação de atores da FAAP encenaram Becket, Ato sem palavras. O show, feito por profissionais de alto nível, apresentou o maior número possível de tendências sonoras e visuais, buscando criar o interesse do público, na faixa dos quinze aos trinta anos.

O espaço era aberto à população em geral, mas pelo caráter jovem e espontâneo das manifestações que ali ocorriam, a maioria do público era constituída por pessoas ligadas à FAAP. O segundo Supermercado, em maio do mesmo ano, foi transmitido pela TV Cultura. Posteriormente, os dois espetáculos viajaram para os estados do sul. Na sequência, vieram eventos como: Semana do Cinema Polonês, Semana do Cinema Argentino, Recital para Flauta e Cravo e Música Antiga Norte-Americana.

Em 1972 foi realizada a inauguração informal do teatro e, em 1975, a sala foi aberta oficialmente, com um grande concerto de piano de Jacques Klein (o instrumento, um piano de calda Bechstein, tinha acabado de ser comprado). Segundo Nanni, este ano marcou também a mudança da característica básica do espaço, que era a de funcionar como centro cultural direcionado para os alunos da Fundação. O teatro passou a ser ocupado por companhias profissionais e, desde então, os maiores nomes nacionais tem marcado sua presença: Juca de Oliveira, Luiz Gustavo, Miriam Mehler, Irene Ravache, Antonio Fagundes, Karin Rodrigues, Geraldo Del Rey, Eva Wilma, Lilian Lemmertz, Lélia Abramo, Nídia Lícia, Berta Zemel, Mauricio Segall, Carlos Queiroz Telles. Entretanto, os concertos, a programação de cinema, os congressos e os seminários continuaram acontecendo normalmente.

No final dos anos 80, o teatro foi fechado e assim permaneceu por cinco anos. Porém, quando a atual Diretoria da FAAP assumiu, presidida por Celita Procopio de Carvalho, deu-se início a uma série de reformas. As poltronas e os carpetes foram trocados e um avançado sistema de ar-condicionado foi instalado, permitindo o controle da temperatura de acordo com as necessidades do palco, da plateia e dos camarins que, em número de oito, foram reequipados. Hoje, o teatro conta com 408 poltronas estofadas. O auditório é em forma de leque, com acomodações especiais para deficientes físicos. No saguão, o público encontra uma cafeteria. Além disso, há um espaço destinado à realização de oficinas e workshops de arte dramática.

O êxito da peça “A Comédia dos Erros”, de William Shakespeare, com o Grupo Ornitorrinco, serviu para colocar o Teatro FAAP outra vez no circuito cultural da cidade. A partir de 1998, ele se tornou referencia para São Paulo e não demorou muito para sua projeção atingir o âmbito nacional. Hoje, além de receber as companhias, a Fundação apoia culturalmente os projetos selecionados, tornando-se coprodutora. A escolha se baseia na análise dos textos e do histórico dos profissionais envolvidos.

Nos últimos cinco anos, passaram pelo palco do Teatro FAAP as personagens de Peter Handke, Maria Adelaide Amaral, Ionesco, Pirandello, Tckekhov, Antonio Ermírio de Moraes, Maria Clara Machado, Alfred Jarry, Margaret Edson, David Auburn, Marta Góes. Nomes famosos como o de Raul Cortez, Marília Pera (que recebeu diversos prêmios por sua atuação na peça “Mademoiselle Chanel”), Christiane Torloni, Irene Ravache, Cecil Thiré, Beatriz Segall, Adriane Galisteu, Débora Bloch, Ana Paula Arósio, Jonas Bloch, Paulo Autran (que atuou cinco vezes na FAAP, em temporadas diferentes).

Hoje, a Fundação Armando Alvares Penteado é referencia na educação e na cultura do país, e o seu teatro faz parte desta história.

Localização

FAAP Campus São Paulo – Sede
R. Alagoas,903
Higienópolis (São Paulo – SP)

Tels.: 11 3662-7232 / 11 3662-7235

 

Tuca Teatro da Puc-SP Tuca Teatro da Puc-SP(0)


Suas Memórias Nossa História

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0Lançado em 2006 com a exposição de cartazes dos espetáculos do TUCA, realizada no saguão do Tuca Arena, o projeto Suas Memórias Nossa História visa à ampliação do acervo arquivístico, por meio de captação de novos conjuntos documentais referentes ao TUCA, bem como à formação de Coleção de Depoimentos Orais, com a finalidade de dar luz às vivências experimentadas por aqueles que, de alguma forma, passaram pelo Teatro.

Nesse espaço, colocamos à disposição do público pequenos trechos de narrativas até o momento registradas, apresentando depoimentos de personagens que passaram pelo TUCA.
Para assisti-los na íntegra, o consulente deve agendar previamente sua visita ao CDM.

.Localização
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43

Tuca
Rua: Monte Alegre, 1024
CEP: 05014-001
Perdizes – São Paulo – SP

Tucarena
Entrada pela Rua Bartira, esquina com a Rua Monte Alegre, 1024

Estacionamento
Estacionamento conveniado
- Pier Park Estacionamentos – Rua Monte Alegre, 835 – R$12,00 – Tel.: (11) 3120-5052 (Valor válido somente mediante a apresentação de ingressos das peças em cartaz no TUCA)

Teatro Ruthescobar Teatro Ruthescobar(0)


Em 1963 foi inaugurado o Teatro Ruth Escobar, de propriedade da atriz Ruth Escobar, que, graças ao apoio obtido junto à colônia portuguesa, conseguiu levantar um admirável complexo arquitetônico, voltado para a realização de atividades culturais de todas as espécies.

A montagem de estréia foi “A Ópera dos Três Vinténs”, de Bertolt Brecht, sob a direção de José Renato, configurando, desde o início, o caráter revolucionário desta casa de espetáculos.

Três décadas passadas e o teatro Ruth Escobar, escrevendo sua história nas páginas de heróica resistência política e cultural, marcou tentos inesquecíveis na consolidação de uma cultura genuinamente nacional.
“Roda Viva”, de Chico Buarque de Holanda, “Feira Paulista de Opinião”, de vários autores, “A Viagem”, de Carlos Queiroz Teles, “Revista Henfil”, de Henfil, “Caixa de Cimento”, de Carlos Henrique Escobar e “Fábrica de Chocolate”, de Mário Prata são alguns espetáculos que contribuíram definitivamente para a identificação dos rumos da moderna dramaturgia brasileira. Da mesma forma “O Balcão” de Jean Genet, sob a direção de Victor Garcia, “As Fúrias”, de Rafael Alberti e “Romeu e Julieta”, de Shakespeare colocaram o Teatro Ruth Escobar na vanguarda teatral do planeta, em absoluta sintonia com o seu tempo.

33 anos depois, em 1997, a APETESP, durante a gestão do então Presidente Sérgio D’Antino, dá início ao processo de compra deste equipamento teatral, evitando que o mesmo caísse em mãos da especulação imobiliária, em virtude da grave crise econômica pela qual passa o país.

Este é um procedimento ainda não encerrado, e o próximo passo é captar recursos que possibilitem a transformação do Teatro Ruth Escobar em Centro Cultural Ruth Escobar, fornecendo à cidade de São Paulo um ponto fixo de referência para todas as atividades culturais desenvolvidas em nossa comunidade, finalizando assim o propósito com o qual esta casa de espetáculos foi construída, que era o de se transformar em sinônimo da cultura emergente que se faz em São Paulo e no mundo.

Teatro Ruth Escobar
Endereço: Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista
São Paulo – SP
CEP: 01329-000
Telefone: 3289-2358

horário de atendimento
Quintas e Sextas das 14h às 21h30
Sábados das 10h às 23h
Domingos das 10h às 20h

Teatro Procópio Ferreira Teatro Procópio Ferreira(0)

Ao longo de mais de 60 anos, o teatro abrigou importantes espetáculos

como “Cauby! Cauby!”, “Um marido ideal”, “Misticismo”, “João e Maria”,
“A Gorda”, “Nelson Freitas e vocês”, “Norma” e muitos outros.

Em 2005, o teatro passou por uma grande reforma, incluindo
a instalação de novo assoalho no palco da sala, ar condicionado
e modernos sistemas de som e luz, tudo para oferecer mais
conforto ao público.

Atualmente, o teatro tem capacidade para 632 pessoas, salas
com acesso para deficientes físicos e estacionamento próprio.
Além de privilegiada localização na Rua Augusta, umas
das mais famosas e charmosas ruas da cidade de São Paulo.

Bilheteria:

De terça a sábado das 14h às 19h;
Domingo, das 14h às 18h ou até o início de cada espetáculo.

 

Abertura da casaTEATRO PROCÓPIO FERREIRA (671 LUGARES)
Telefone: 11 3083.4475
Endereço: Rua Augusta, 2.823 – Cerqueira César

› Aceitamos todos os cartões de crédito.
› Não aceitamos pagamentos em cheque.
› Não fazemos reservas.
› O Teatro possui ar-condicionado e acesso universal.
› Não serão permitidos alimentos, câmeras fotográficas,
e filmadoras no interior da sala.

MEIA ENTRADA: é indispensável a apresentação
de documento na compra do ingresso e na entrada para assistir ao espetáculo.

INGRESSOS PELA INTERNET:
www.ingressorapido.com.br
Call Center: 
(11) 4003.1212

VENDAS DE GRUPO:
(11)3064.7500

Site oficial para compra de ingressos:

www.ingressorapido.com.br 


Call center: 11 4003.1212

 

 

 

Teatro Commune Teatro Commune(0)

O Coletivo Teatral Commune é um grupo teatral que cria espetáculos teatrais de palco e rua, com atores profissionais e jovens aprendizes a partir da releitura de textos clássicos e da criação de textos em processo de dramaturgia colaborativa, da estética da Commedia Dell`Arte, com o uso de recursos circenses, máscaras, música ao vivo, bonecos, entre outras linguagens não realistas.

A COMMUNE também é uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) que desenvolve projetos culturais e sociais em parceria com comunidades, empresas e o poder público.

Desde 2006, a COMMUNE é um Ponto de Cultura do MinC, que desenvolve a formação de jovens aprendizes por meio Oficinas de Teatro, Máscaras, Iluminação Sonoplastia, Cenário, Figurino e Produção Cultural e da montagem de espetáculos de palco e rua.

Em 2007, com o patrocínio da PETROBRAS, FUNARTE e MinC, montamos o espetáculo O Arlecchino de Dario Fo que foi apresentado para mais de 5.000 pessoas em palco e rua e construímos o Teatro Commune, laboratório de pesquisa e montagem do grupo que conta com café, galeria de exposições e sala, ar condicionado, camarins, banheiros para deficientes, sala de ensaio e equipamento de luz e som profissional.

Em 2008-09, realizamos uma Oficina de Commedia dell arte com o ator Enrico Bonavera, que interpreta a personagem Briguela no espetáculo Arlecchino Servidor de Dois Patrões de Carlos Goldoni, com direção de Georgio Strehler, no Piccolo Teatro de Milão e a Exposição de Máscaras do Centro Maschere i Struture Gestualli, com curadoria de Donato Sartori e Paola Piizzi, na Caixa Cultural da Sé.

Em 2009, conquistamos o Prêmio Asas, obtendo o 1º lugar na avaliação feita pelo MinC; acolhemos 04 Prêmios de Interações Estéticas, em desenvolvimento e fomos contemplados pelo Bolsa Escola Viva.

Alguns espetáculos do grupo são:

O Inspetor Geral de Nicolai Gogol, direção Augusto Marin (2004); A verdadeira história de Adão e Eva, texto e direção de Augusto Marin (2006), O Arlecchino de Dario Fo, direção de Augusto Marin (2007), Nem Todo Ladrão Vem para Roubar de Dario Fo, direção de Antonio Aurrera e Augusto Marin (2010), A Cabeça dos Bichos, direção de Paulo Gandolfi, 3 x A Igreja do Diabo, baseado na obra de Machado de Assis, direção Celso Amâncio e Augusto Marin, Delicias da Modernidade, criação coletiva, direção de Flávia Pucci, A Farsa da Esposa Muda, de autor anônimo do século 16, direção de Michelle Gabriel e O Mentiroso de Carlo Goldoni, direção de Maria Eugênia Di Domenico e Augusto Marin.

R. da Consolação 1218 – Consolação – São Paulo – SP
Telefone: 11 3476 0792 / 11 3476 8669

www.commune.com.br

Teatro Folha Teatro Folha(0)

Inaugurado em novembro de 2001, o Teatro Folha já recebeu mais de 2 milhões de espectadores. Em 2008, os espaço foi eleito pelo público como o melhor da capital paulista, de acordo com pesquisa do Portal Veja São Paulo.

São 305 lugares numa área de 470 m² no Terraço do Shopping Pátio Higienópolis, aliando a comodidade do shopping com um espaço aconchegante que recebe só as melhores produções teatrais do país.

É consagrado como um dos mais sofisticados espaços culturais da cidade, oferecendo ao público grande diversidade de linguagens artísticas e garantindo a qualidade de cada espetáculo.

Av. Higienópolis 618 – Shopping Patio Higienópolis – São Paulo – SP

Bilheteria – Tel. 11 3823 2323 / 3823 2423 / 3823 2737
Eventos, grupos e escolas – Tel. 11 3113 3215
Patrocínio – Tel. 11 3113 3205 / 3113 3207
Marketing – Tel. 11 3113 3209
Atendimento aos produtores – Tel. 11 3113 3210
Imprensa – Tel. 11 3113 3210 / Cel.: 11 97628 9612
Redes Sociais – Tel. 11 3113 3212

www.conteudoteatral.com.br

 

Teatro Alfa Teatro Alfa(0)

Projetado e construído de acordo com as mais modernas referências internacionais em casa de espetáculos, o Teatro Alfa foi idealizado para múltiplo uso e equipado com o que há de mais moderno em mecânica cênica, iluminação e sonorização, respeitando os mais rigorosos padrões técnicos internacionais. Inaugurado em abril de 1998, é hoje uma realidade que revoluciona o universo das artes, não só em São Paulo, mas em todo Brasil. O espaço acolhe com total adequação espetáculos de dança, óperas, orquestras, música popular, teatro e musicais, além de dispor de ótima infraestrutura para realização de congressos e seminários. Segundo a avaliação de artistas produtores, companhias e do público, o Teatro Alfa supera as expectativas por ser conduzido por uma equipe de alto gabarito, sendo considerado um dos melhores teatros do mundo.

Este projeto conta com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura.

Equipe
Presidente do Conselho de Administração
Aloysio de Andrade Faria

Diretores
Rubens Garcia Nunes
Fernando Pinto de Moura
Elizabeth Machado – Superintendente

Gerente Técnico Operacional e Programação
Fernando Guimarães

Gerente Administrativa/Financeira
Márcia Conrado

Supervisora Administrativa/Financeira
Vandra Natalicia dos Santos

Auxiliar Administrativa
Edilene Santos de Araújo

Coordenadora de Marketing
Sandra Aoki

Coordenador de Produção
Márcio S. Lourenço

Coordenador de Eventos
Nelson Solfredini

Patrocínios e Parcerias
Alana Thomé

Centro de Documentação e Memória
Mônica de Oliveira

Sub Gerente Técnico Operacional
Haroldo Costanzo

Coordenador Técnico
Luis Henrique Santos Reis

Assistente de Áudio
Maria da Conceição Carvalho da Silva
Lays Caroline Somogyi Pastore

Encarregado de Manutenção
Manassés Alves da Silva

Técnicos de Manutenção
José Flávio Bezerras de Lima
Oldemar Custódio Dourado

Chefe de Bilheteria
Margione Ferreira Tavares

Bilheteria
Carla Cristina dos Santos Silva
Susana Vieira de Oliveira
Wiliam dos Reis

Supervisor de Segurança
Gislei Moraes Ferreira

Seguranças
Vanda Garcia da Silva
Henrique da Silva Dias
Luciano Alves Silva

Estagiários
Bruna Cavicchioli, Daniel Marcel Ong, Louianne Ribeiro e Silva, Welitânia Ramos da Silva

Assessoria de Imprensa
Quatro Elementos Comunicação & Marketing Cultural
Telefax: (11) 3661.2445 – 3667.9826
e-mail: lucia.quatro@evcom.com.br

R. Bentro Branco de Andrade Filho 722 – Sto. Amaro – São Paulo – SP
Telefones: 11 5693 4000 / 0300 789 3377

www.teatroalfa.com.br

Teatro Bibi Ferreira Teatro Bibi Ferreira(0)

O Teatro Bibi Ferreira tem capacidade para 300 pessoas com poltronas numeradas, ar condicionado o teatro Bibi Ferreira oferece os seguintes cursos:

-Técnicas de teatro e comportamento cênico.
-Expressão corporal.
-Dança básica para teatro.
-Técnica de voz para teatro.
-5 meses de aula ,onde será dividido em horas aulas.
-Montagem de espetáculos com alunos e participantes de curso (comédia).
-Apresentação de duas apresentações na montagem no palco do Teatro Bibi .
-Palestra sobre comportamento cênico.
-Conhecimentos sobre o funcionamento de teatro e produção.
-Base sobre leis de incentivos.
-Valor do curso mês R$400,00.
-Oferecemos bolsa de 50% para atores que estejam em cartaz.e indicações.

Inicio das aulas 04.03.2013 das 18:00 as 22hs, todas as segundas-feiras.

Supervisão geral Tchesco Produções e Sebastião Apolônio.
Av. Brigadeiro Luiz Antônio 931 – Bela Vista – São Paulo – SP
Telefone: 11 3105 3129

www.teatrobibiferreira.com.br

Theatro Municipal de São Paulo Theatro Municipal de São Paulo(0)

O Theatro Municipal de São Paulo nasceu embalando os sonhos de uma cidade que crescia com a indústria e o café e que nada queria dever aos grandes centros culturais do mundo no início do Século XX. Como em 1898 a cidade perdera para um incêndio o Teatro São José, palco das suas principais manifestações artísticas, tornava-se imperativo construir um espaço à altura das grandes companhias estrangeiras.

O arquiteto Ramos de Azevedo e os italianos Cláudio Rossi e Domiziano Rossi iniciaram a construção em 1903 e, em 12 de Setembro de 1911, o Theatro Municipal foi aberto ante de uma multidão de 20 mil pessoas, que se acotovelava às suas portas. São Paulo se integrava, então, ao roteiro internacional dos grandes espetáculos.

Pelo palco do Theatro Municipal passaram nomes como Maria Callas, Enrico Caruso, Arturo Toscanini, Claudio Arau, Arthur Rubinstein, Ana Pawlova, Nijinsky, Isadora Duncan, Nureyev, Margot Fonteyn, Baryshnikov, Duke Ellington, Ella Fitzgerald.
Tantos nomes, tantos espetáculos e ainda o cenário do movimento que promoveu uma grande transformação cultural no Brasil: a “Semana de Arte Moderna de 22″.

A construção do Theatro Municipal foi considerada arrojada para a época: recebeu influência da Ópera de Paris e sua arquitetura exterior tem traços renascentistas barrocos do século XVII. Em seu interior, muitas obras de arte: bustos, bronzes, medalhões, paredes decoradas, cristais, colunas neoclássicas, vitrais, mosaicos e mármores garantem um banquete para os olhos do espectador mais atento.

Duas grandes obras marcaram as mudanças e renovações no Theatro: a primeira, em 1954, criou novos pavimentos para ampliar os camarins, reduziu os camarotes e instalou o órgão G. Tamburini; a segunda, de 1986 a 1991, restaurou o prédio e implementou estruturas e equipamentos mais modernos.

Para celebrar o Centenário, em 12 de Setembro de 2011, o Theatro Municipal de São Paulo sofreu a terceira obra, esta bem mais complexa que as demais, por restaurar todo o edifício e modernizar o palco.

Para tal, as fachadas e a ala nobre foram restauradas, 14.262 vidros que compõem os conjuntos de vitrais recuperados, as pinturas decorativas resgatadas com base em fotos antigas e o palco foi equipado com os mais modernos mecanismos cênicos.

O Theatro Municipal de São Paulo passou de departamento da Secretaria Municipal de Cultura à Fundação pública de Direito público em 27 de maio de 2011, o que confere maior agilidade e autonomia à gestão.
O corpo artístico do Theatro Municipal de São Paulo é composto pela Orquestra Sinfônica Municipal, Orquestra Experimental de Repertório, Balé da Cidade de São Paulo, Quarteto de Cordas da Cidade de São Paulo, Coral Lírico, Coral Paulistano e as Escolas de Dança e de Música de São Paulo.

Projeto de Lei: Fundação do Theatro Municipal de São Paulo
NO ANO DE SEU CENTENÁRIO, THEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO TEM FUNDAÇÃO DE DIREITO PÚBLICO APROVADA NA CÂMARA DE SÃO PAULO E MODERNIZA SUA GESTÃO

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou em 05 de maio o Projeto de Lei que autoriza o Poder Executivo a instituir a Fundação Theatro Municipal de São Paulo. O principal objetivo desta modificação é dar autonomia administrativa, financeira, patrimonial, artística e didática ao Theatro Municipal, que celebra seu centenário neste ano.

O próximo passo é a sanção do Prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. Depois disso, estima-se que em até um ano a Fundação Theatro Municipal esteja plenamente implantada.

O formato de Fundação de Direito Público é diferente do que é aplicado em outras Fundações que foram implantadas no Brasil, como as que administram a OSESP (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo) ou a Pinacoteca do Estado de São Paulo. Também o termo “privatização” não é apropriado.

O formato escolhido é o de Fundação de Direito Público, ou seja, o Theatro Municipal de São Paulo continuará vinculado à Secretaria Municipal de Cultura, mas terá autonomia em campos essenciais como o artístico e o financeiro. Neste modelo, será contratada uma Organização Social para gerir as atividades do Theatro. Trata-se de um projeto inédito, que demandou engenharia administrativa para superar uma estrutura defasada e, ao mesmo tempo, garantir que as pessoas que trabalharam no Municipal ao longo dos últimos 30 anos não fossem prejudicadas.

Os atuais funcionários do Theatro Municipal poderão ser afastados da Prefeitura para a Fundação Theatro Municipal ou optar por permanecer na Prefeitura de São Paulo. O quadro funcional vigente apresenta diversas distorções, sobretudo com relação ao valor dos salários. Os profissionais do setor artístico em atividade e também os aposentados e pensionistas poderão optar por receber os salários de acordo com a nova escala aprovada. Quem não realizar essa opção seguirá recebendo o salário de acordo com a escala vigente.

Aos que optarem por receber o salário pela Fundação e que a escolha resultar em remuneração inferior à atual, ficará assegurado o pagamento da diferença como Vantagem de Ordem Pessoal (VOP), a qual se agregará permanentemente a diferença, inclusive para aposentadoria, 13º salário e férias.

“Com a aprovação da Fundação Theatro Municipal de São Paulo, no ano do seu centenário, abre-se uma nova era para a realização de suas potencialidades artísticas com a perspectiva de estabilidade institucional. A Fundação reconhece a história do Municipal e corrige distorções que se acumularam nos últimos 30 anos”, diz o Secretário Municipal de Cultura, Carlos Augusto Calil.

São inúmeras as vantagens para os funcionários e também para os frequentadores, que encontrarão no Theatro Municipal de São Paulo uma estrutura mais moderna à disposição. A produção dos espetáculos ganhará mais agilidade, pois a compra de materiais, figurinos, cenários etc., por exemplo, não estará mais submetida à burocracia governamental.

Os recursos que irão compor a receita da Fundação serão oriundos do orçamento da Prefeitura de São Paulo, da vendas de produtos e serviços educativos e culturais, cobrança de ingressos, convênios, doações, patrocínio, entre outras fontes.

No campo administrativo o Theatro terá, em sua estrutura organizacional, quatro diretorias: geral, responsável pela direção e administração da fundação; artística, responsável pela programação artística; a diretoria de formação, órgão que cuidará das Escolas de Música e de Dança, Orquestra Experimental de Repertório, Museu do Theatro Municipal, Balé e Orquestra Sinfônica Jovem e Discoteca Oneyda Alvarenga. A diretoria de gestão terá assessorias e supervisões administrativas.

Igualmente, quatro Conselhos irão integrar a Fundação de forma a promover uma governança corporativa. O Conselho Deliberativo, composto por 11 membros, será presidido pelo Secretário Municipal de Cultura e contará com um representante da administração direta a ser designado pelo Prefeito. Haverá ainda representantes da comunidade artística e cultural, da sociedade civil, dos servidores, dos corpos artísticos, do Conselho de Patrocinadores e do Conselho de Orientação Artística.

O Conselho de Orientação Artística, cujo presidente será o diretor artístico, será responsável por traçar as diretrizes da atuação da Fundação, aprovar contratos e convênios, cessão de corpos artísticos, mudanças no quadro de funcionários, entre outras ações. Será um elemento-chave de integração entre os corpos artísticos do Theatro Municipal. Cada diretor ficará responsável por propor a programação do seu respectivo corpo artístico e ações de integração com as Escolas de Dança e de Música.

O Conselho Fiscal ficará responsável por emitir balancetes e fiscalizar a execução orçamentária da Fundação Theatro Municipal, além de fiscalizar a prestação de contas dos convênios e das organizações sociais vinculadas.

O Conselho de Patrocinadores, em número ilimitado de membros da sociedade civil, acolherá apenas benfeitores que contribuam regularmente com doações em espécie, bens ou serviços ao Theatro Municipal de São Paulo.

Praça Ramos de Azevedo, s/nº – Centro – SP
Telefone: 11 3397 0300

www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/theatromunicipal/

Famíglia Moretti Famíglia Moretti(0)

Sergio Moretti, neto de imigrantes Italianos, nascido no bairro do Ipiranga, precisamente no Hospital Leão XIII, residiu até os 12 anos de idade na Rua Oliveira Melo, morando em seguida na Rua Salvador Simões, Assungui , Raul Traudi , na Vila Gumercindo, onde havia um bar e bilhar, situado na Rua Pedralia nº370, muito famoso por seus deliciosos salgados, batidas, lanches, etc…, que era o “BAR DO PIPI”, e o sucesso é que eles trabalhavam em família, o próprio Pipi, Sr.Luiz, Dna.Maria, Dna.Ilda. Os proprietários do imóvel eram da “FAMILIA CARBONI”, que também tiveram um Empório neste local, neste imóvel também teve inicio a empresa Fritex.

Sergio Moretti, por volta de seus 16 anos de idade, começou a desenvolver alguns pratos em sua casa, estendendo para casa de parentes e amigos, aos 26 anos, deu início à alguns trabalhos filantrópicos, fazendo almoços e jantares para centenas de pessoas e todos que provavam, perguntavam: Porque você não abre um restaurante? Assim teve início a idéia de ter um restaurante.

No ano de 2002 , Sergio Moretti comprou o ponto que já era famoso por ter dado certo com outras famílias tradicionais do bairro e montou o restaurante “Famiglia Moretti”, sendo todas receitas do cardápio elaborada por ele, hoje conta com a colaboração de seus chefes de cozinha, nutricionistas, churrasqueiros e pizzaiolos. No princípio a casa era para 76lugares, agora temos 340, e um Buffet para 150 pessoas.

Comenta o empresário que o segredo para o sucesso do restaurante, em primeiro lugar : é a qualificação dos funcionários, segundo: trabalhar com amor e carinho, respeitando extremamente o cliente e não abrir mão da qualidade dos produtos. O empresário faz questão de agradecer aos amigos Mauro Fernandes Mendonça e Marcelo Gomes Francisco pelo suporte técnico dado ao “Famiglia Moretti” que foi fundamental para esse crescimento.

Para o ano de 2012 já existe um projeto do “Famiglia Moretti II”, no que contamos com a colaboração de todos os clientes, que são os principais responsáveis por nosso sucesso.

Rua Tupanaci 257 – Ipiranga – São Paulo – SP
Telefones: 11 5062 4242 / 11 5061 8040 / 11 5063 1838
E-mail: contato@famigliamoretti.com.br

www.famigliamoretti.com.br

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